Não sou música.
Até gosto delas e por vezes elas me definem.
Desafino, fico fora do ritmo.
Perco o compasso.
Nesses anos dessa vida de meu Deus...
Pressuponho, penso, desejo, quero, fico obcecado.
Por vezes tenho.
Por hora renego.
Por ontem reflito.
O ano chega ao final.
Nada de pitangas.
Até porque elas não me fariam chorar.
Quero mais, quero um ano novo todo para que eu possa tentar tudo novamente, tentar mais, tentar o que não tentei inclusive. Errar sempre. O erro nos prepara para algo maior e é com ele que evoluímos.
Incontáveis vezes falei do tempo.
Ele passou...
Com essas notas sem melodia , finalizo o ano com 50.
2011 com 51 é uma ótima ideia.
Quero beber menos, rezar mais , trabalhar o suficiente.
Quero hoje.
Amanhã mudo de ideia e pressuponho, aspiro e desejo coisas totalmente diferentes.
Que bom que mudamos.
Acredito que evoluímos.
Nada de promessas!
Viva e aproveite.
Viva e aproveite mesmo!!!!!!
O que suceder a isso será consequência.
Não existe receita.
Um feliz ano novo a todos nós!
Que 2011, seja 11 vezes melhor!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Maximin
De 0 a 100.
Da água pro vinho.
Da importância a insignificância.
Que sou de extremos, isso é fato.
Como todo ariano, a intensidade é meu sobrenome.
E neste fim de ano corrido; muito trabalho, muita festa e muita coisa por fazer, estava eu voltando de casa...
Definitivamente , sempre acabo aprendendo muito quando ando de Van.
Para quem não sabe , Feira de Santana possui uma tradição em transporte alternativo tradicional. Exatamente!
Pense na formalização do informal; pensou ? É isso!
Voltando a Van; desci no centro da cidade e logo reclamei:
- Lá vou eu pegar uma Van super mega ultra confortável (des). O "Des" veio depois porque na frente já estava lotado.
Quando o cobrador informou que daria um novo balão no centro antes de vir para o Feira VI, com um rompante resolvi descer da Van. Me senti superior àquela situação.
Falta de respeito com os passageiros.
Porém, quem depende de quem ?
Fui andando até o ponto de ônibus mais próximo torcendo para que uma nova Van passasse...
2, 3, 4 minutos e nada.
Torcia, torcia mesmooooooooo.
Torcia para que não passasse a mesma Van que tinha pegado antes e fosse obrigado a ir nela novamente.
É como se estivesse com fome e o garçom do restaurante me servisse um prato feio.
No primeiro momento recusei o prato.
A fome chega.
A fome chega de avião. E o prato feio, nunca me foi tão saboroso.
Felizmente, ou não?
Me perdoe pelos sentimentos escuros.
Todos temos um pouco de vaidade.
Eu tive hoje (Só hoje?).
Não veio a Van; fui de ônibus.
Ao entrar no GOL (Grande Ônibus Lotado), percebi logo que havia um pedinte.
Se fosse em Salvador, tenho certeza que seria um ambulante.
Ele venderia canetas, cds, dvd´s, mentos, cerveja e até churrasquinho quente (do sol) da hora.
Passei pela catraca e segui meu caminho.
Esse arrodeio todo é pra chegar no X da questão.
O pedinte era portador de HIV.
Debilitado e aparentemente ex (acredito eu) garoto (a) de programa.
Corpo franzino, baixo estatura. O sofrimento dele me comovia (ou me incomodava).
Ele relatou toda história.
Contou do sofrimento e da via crucis que vários outros aidéticos passam.
Grande parte da população é sim preconceituosa.
Existem algumas coisas que ainda não são admitidas pela sociedade.
Que culpa tinha eu pela situação daquele homem?
O que tinha com aquela história?
É culpa minha o que ele fez com o corpo dele?
Agradeci a Deus por ter o pouco que tenho e por não me encontrar naquela situação.
Pensei em quanto renegamos e nos julgamos superiores a tantas situações.
Pensamos no quanto reclamamos.
Pela comida fria, pelo travesseiro velho.
A história dele poderia ser uma fábula ? No mundo de hoje, quantas pessoas não tiram proveito de tantas outras.
Que fosse. Ele merecia a ajuda pelo que ele me acrescentou.
Tomara até que ele fosse.
Que minha ajuda e de todos outros sirva para acalentar um pouco a dor do mesmo.
E que esse relato sirva para acrescentar um pouco de compaixão a todos nós!
Da água pro vinho.
Da importância a insignificância.
Que sou de extremos, isso é fato.
Como todo ariano, a intensidade é meu sobrenome.
E neste fim de ano corrido; muito trabalho, muita festa e muita coisa por fazer, estava eu voltando de casa...
Definitivamente , sempre acabo aprendendo muito quando ando de Van.
Para quem não sabe , Feira de Santana possui uma tradição em transporte alternativo tradicional. Exatamente!
Pense na formalização do informal; pensou ? É isso!
Voltando a Van; desci no centro da cidade e logo reclamei:
- Lá vou eu pegar uma Van super mega ultra confortável (des). O "Des" veio depois porque na frente já estava lotado.
Quando o cobrador informou que daria um novo balão no centro antes de vir para o Feira VI, com um rompante resolvi descer da Van. Me senti superior àquela situação.
Falta de respeito com os passageiros.
Porém, quem depende de quem ?
Fui andando até o ponto de ônibus mais próximo torcendo para que uma nova Van passasse...
2, 3, 4 minutos e nada.
Torcia, torcia mesmooooooooo.
Torcia para que não passasse a mesma Van que tinha pegado antes e fosse obrigado a ir nela novamente.
É como se estivesse com fome e o garçom do restaurante me servisse um prato feio.
No primeiro momento recusei o prato.
A fome chega.
A fome chega de avião. E o prato feio, nunca me foi tão saboroso.
Felizmente, ou não?
Me perdoe pelos sentimentos escuros.
Todos temos um pouco de vaidade.
Eu tive hoje (Só hoje?).
Não veio a Van; fui de ônibus.
Ao entrar no GOL (Grande Ônibus Lotado), percebi logo que havia um pedinte.
Se fosse em Salvador, tenho certeza que seria um ambulante.
Ele venderia canetas, cds, dvd´s, mentos, cerveja e até churrasquinho quente (do sol) da hora.
Passei pela catraca e segui meu caminho.
Esse arrodeio todo é pra chegar no X da questão.
O pedinte era portador de HIV.
Debilitado e aparentemente ex (acredito eu) garoto (a) de programa.
Corpo franzino, baixo estatura. O sofrimento dele me comovia (ou me incomodava).
Ele relatou toda história.
Contou do sofrimento e da via crucis que vários outros aidéticos passam.
Grande parte da população é sim preconceituosa.
Existem algumas coisas que ainda não são admitidas pela sociedade.
Que culpa tinha eu pela situação daquele homem?
O que tinha com aquela história?
É culpa minha o que ele fez com o corpo dele?
Agradeci a Deus por ter o pouco que tenho e por não me encontrar naquela situação.
Pensei em quanto renegamos e nos julgamos superiores a tantas situações.
Pensamos no quanto reclamamos.
Pela comida fria, pelo travesseiro velho.
A história dele poderia ser uma fábula ? No mundo de hoje, quantas pessoas não tiram proveito de tantas outras.
Que fosse. Ele merecia a ajuda pelo que ele me acrescentou.
Tomara até que ele fosse.
Que minha ajuda e de todos outros sirva para acalentar um pouco a dor do mesmo.
E que esse relato sirva para acrescentar um pouco de compaixão a todos nós!
@chei N@ NET
Para reflexão ...
"Nasceste no lar que precisavas, vestiste o corpo físico que merecias, moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"
Chico Xavier
"Nasceste no lar que precisavas, vestiste o corpo físico que merecias, moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que atraíste, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta, busca o bem e viverás melhor.
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim"
Chico Xavier
sábado, 18 de dezembro de 2010
As coisas se acertam
Ansiedade é o mal do século.
Em muitas entrevistas que faço, muitos dos candidatos afirmam ser esse um ponto negativo.
É duro lidar com aspirações e desejos. Manter a calma, deixar de querer. O quintal do vizinho sempre é mais bonito!
É pura verdade!
Como sofremos!
Nós da Geração Y então ...
Tudo na vida tem seu tempo, tudo chega na hora certa.
A plenitude, por mais breve que seja, faz um bem danado.
Bom é estar bem com você mesmo.
Acho que essa é a receita para estar bem com os outros.
Tenho estado bem com muitos, tenho ganhado grandes novos amigos e tenho mantida acesa a chama daqueles que já faziam parte do meu ciclo.
Como é bom saber que o hoje é suficiente.
Tá tudo muito bem, tudo muito bom...
Arruda! Ajuda e preserve!
Em muitas entrevistas que faço, muitos dos candidatos afirmam ser esse um ponto negativo.
É duro lidar com aspirações e desejos. Manter a calma, deixar de querer. O quintal do vizinho sempre é mais bonito!
É pura verdade!
Como sofremos!
Nós da Geração Y então ...
Tudo na vida tem seu tempo, tudo chega na hora certa.
A plenitude, por mais breve que seja, faz um bem danado.
Bom é estar bem com você mesmo.
Acho que essa é a receita para estar bem com os outros.
Tenho estado bem com muitos, tenho ganhado grandes novos amigos e tenho mantida acesa a chama daqueles que já faziam parte do meu ciclo.
Como é bom saber que o hoje é suficiente.
Tá tudo muito bem, tudo muito bom...
Arruda! Ajuda e preserve!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Quase que uma direta : )
Tem e-mail novo pra você.
Nem sempre lemos o que está escrito.
Existe uma grande diferença entre dados e informações.
Os dados estão ali, te cercando.Ou talvez você tenha que os procurar.
As informações são percebidas e capturadas pelo seu contexto e pré-conceito.
Nem sempre julgamos interessante/importante o que realmente é.
Existem momentos que um empurrãozinho ajuda. Quem sabe até uma queda.
Resumindo; não fosse o título do e-mail, provavelmente não teria lido a mensagem.
No primeiro momento não li o que estava escrito. Melhor dizendo; no primeiro momento apenas passei os olhos pelas palavras.
Um estalo, e resolvi entender, decodificar os dados e transformar em informações.
Traduzí!
Que a dica que a mim foi concedida, sirva também a todos os leitores.
Um ótimo dezembro!
George Carlin
"Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Nem sempre lemos o que está escrito.
Existe uma grande diferença entre dados e informações.
Os dados estão ali, te cercando.Ou talvez você tenha que os procurar.
As informações são percebidas e capturadas pelo seu contexto e pré-conceito.
Nem sempre julgamos interessante/importante o que realmente é.
Existem momentos que um empurrãozinho ajuda. Quem sabe até uma queda.
Resumindo; não fosse o título do e-mail, provavelmente não teria lido a mensagem.
No primeiro momento não li o que estava escrito. Melhor dizendo; no primeiro momento apenas passei os olhos pelas palavras.
Um estalo, e resolvi entender, decodificar os dados e transformar em informações.
Traduzí!
Que a dica que a mim foi concedida, sirva também a todos os leitores.
Um ótimo dezembro!
George Carlin
"Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas". Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer "eu te amo" à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
@chei n@ NET
Escrito por Regina Brett, 90 anos de idade.
Regina assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi.
"Meu hodômetro" passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda assim é boa.
2. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
3. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente.
Seus amigos e familiares cuidarão, portanto, mantenha contato.
4. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
5. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
6. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
7. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
8. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
9. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
10. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
11. Respire fundo. Isso acalma a mente.
12. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
13. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
14. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e de ninguém mais.
15. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
16. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
17. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
18. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
19. Enquadre todos os assim chamados "desastres" nesta frase: Em cinco anos, isto importará?
20. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
21. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
22. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
23. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
24. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
25. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa
26. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
27. Produza!
28. A vida não vem amarrada com um laço, mas é o teu maior presente."
Regina assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
"Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi.
"Meu hodômetro" passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda assim é boa.
2. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
3. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente.
Seus amigos e familiares cuidarão, portanto, mantenha contato.
4. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
5. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
6. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
7. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
8. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
9. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
10. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
11. Respire fundo. Isso acalma a mente.
12. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
13. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
14. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e de ninguém mais.
15. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
16. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
17. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
18. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
19. Enquadre todos os assim chamados "desastres" nesta frase: Em cinco anos, isto importará?
20. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
21. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
22. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
23. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
24. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
25. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa
26. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
27. Produza!
28. A vida não vem amarrada com um laço, mas é o teu maior presente."
sábado, 27 de novembro de 2010
Vanessa da Mata
Acabo de chegar do show de Vanessa, e estou arrependido.
Maldita hora em que inventei de tomar aquele redbull. Não tenho 01 grama de sono.
Então, já que a ocasião faz o ócio, vamos tentar escrever algo...
Casa cheia ? Casa lotada!
Nunca vi na garagem um show "cult" tão cheio... ao chegar até me surpreendi, pois o movimento na frente era pouco; pensei:
- Ihh, com esse CD novo, acho que as pessoas não irão vir por que ainda não o conhecem
Errado a parte de não ir, quanto a não conhecer "bolos, bicicletas e outras alegrias", isso sim é verdade.
Vanessa se sentiu muito livre. Podemos constatar o quanto a mesma evoluiu... lembro do 01º show que fui dela em 13 de setembro de 2007. Hoje, Vanessa se sente mais solta, à vontade com o palco e com o público. O carisma é incrível, todos nós já sabemos.
A casa estava cheia, porém o público não era dela... muita gente que só conhecia as "pops" e que pouco sabe da obra.
Sensibilidade não faltou a mesma, ao inserir músicas do antigo repertório para prender a atenção do público.
Infelizmente não pudemos assistir por completo ao show novo, porém é impossível dizer que o show não foi muito bom. Foi ótimo!
Moro longe e Fiu-Fiu ficaram muito boas ao vivo, Tal Casal e Vá também chamaram a atenção.
Enfim, uma vez que não tenho sono; fecharei meus olhos e repassarei os momentos e canções do show de agora a pouco.
Maldita hora em que inventei de tomar aquele redbull. Não tenho 01 grama de sono.
Então, já que a ocasião faz o ócio, vamos tentar escrever algo...
Casa cheia ? Casa lotada!
Nunca vi na garagem um show "cult" tão cheio... ao chegar até me surpreendi, pois o movimento na frente era pouco; pensei:
- Ihh, com esse CD novo, acho que as pessoas não irão vir por que ainda não o conhecem
Errado a parte de não ir, quanto a não conhecer "bolos, bicicletas e outras alegrias", isso sim é verdade.
Vanessa se sentiu muito livre. Podemos constatar o quanto a mesma evoluiu... lembro do 01º show que fui dela em 13 de setembro de 2007. Hoje, Vanessa se sente mais solta, à vontade com o palco e com o público. O carisma é incrível, todos nós já sabemos.
A casa estava cheia, porém o público não era dela... muita gente que só conhecia as "pops" e que pouco sabe da obra.
Sensibilidade não faltou a mesma, ao inserir músicas do antigo repertório para prender a atenção do público.
Infelizmente não pudemos assistir por completo ao show novo, porém é impossível dizer que o show não foi muito bom. Foi ótimo!
Moro longe e Fiu-Fiu ficaram muito boas ao vivo, Tal Casal e Vá também chamaram a atenção.
Enfim, uma vez que não tenho sono; fecharei meus olhos e repassarei os momentos e canções do show de agora a pouco.
domingo, 7 de novembro de 2010
The song of the week
Novembro chegou, e quando o fim do ano vai se aproximando, começamos a fazer uma retrospectiva.
Revemos nossas metas, verificamos aquilo que ainda dá pra ser feito, e outras prolongamos, deixamos como desafio para o ano que adentrará em breve. Ou não, as esquecemos mesmo.
Uma grande amiga já disse, "Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre."
Enfim, chegou a hora de revirarmos o nosso Baú.
A canastrinha da Emília, a "cachola", o criado mudo, a última gaveta ...
E desta maneira, trago uma música de Vanessa, esta que com toda certeza estará em alta no Blog durante o mês de novembro.
Show chegando e Baú sendo revirado...
Baú
Vanessa da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Vanessa da Mata
Composição: Vanessa da Mata
Sabe de uma coisa Seu,
Vivo e mágico,
Com as coisas boas que tem lá,
Os meus desenhos herméticos
As palavras de Da Lai LamaQuem sabe você adora
Quem sabe se transformará
Meu bauzinho de memória
Os meus livrinhos de receita
Quem sabe se sensibiliza
Quem sabe se transformará
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
Sabe de uma coisa Seu
Vou lhe jogar no meu baú
Vivo e mágico
Com as coisas boas que tem lá
Os meus desenhos herméticos
As palavras de Da Lai Lama
Quem sabe você adora
Qem sabe se transformará
Meu bauzinho de memória
Os meus livrinhos de receita
Quem sabe se sensibiliza
Quem sabe se transformará
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Não corre atrás das suas coisas
Vive aqui choramingando
Todos já foram embora
Você só sabe reclamar
A voz doce de João
Amansará sua revolta
A comida de Dona Vantina
Quem sabe se transformará
Rancoroso com raiva de tudo
Do fulano com seu carro novo
Não vê que ele trabalhou muito
Você pode se esforçar
Pois vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Vamos seguindo acordando cedo
Você só reclama não age
Você fica dormindo à tarde
E tudo vai dando nos nervos
Misticismo
Um signo do fogo, obstinado!
O diabo do desafio energético, apenas impulso.
Apenas desejo.
Projetamos, aspiramos... a vida de um ariano se resume em conjugar um verbo no futuro.
Futuro que quando chega , e deixa de ser futuro, deixa de ser desejado, aspirado.
Perdemos interesse facilmente.
Somos fuzages, velozes, apaixonantes ... e entediados.
Signo de fogo, da paixão, da conquista.
Já me disseram que nossa vida se resume a conquistar; e quando se trata de pessoas, sempre queremos mais, buscamos mais ...
O importante é ter todas elas sobre o nosso domínio. Lutando pela nossa causa.
Mas que causa ???
A causa de quem ???
As vezes me deparo com o vazio, vazio comum... comum a todos, a todos do signo pelo menos.
Buscamos no misticismo a cura pra todo mal, e que mal ? O mal que nós mesmos nos fazemos ???
Um ariano não é um ser fácil, impossível se aproximar dele e não sentir a sutil competição existente.
Gostamos do centro, gostamos do egocentro, gostamos de ser o primeiro; não é a toa que mudamos o calendário e fizemos com que o ano começasse em “abril”.
Olhamos pro chão, assim como um carneiro, mas batemos de frente.
E como batemos!
De cara com o muro, de frente com o muro, derrubando o muro e/ou perdendo os dentes, e porque não os chifres ??
Quem conquista tanto, deixa a mercê tais conquistas... é difícil administrar ... Ah, se é!
Ariano torto, que vive de amor profundo.
Profundidade relativa, o suficiente pra ser imensurável e pequeno demais pra ser marcante.
Se alguém souber mais sobre, me avise... talvez fique mais calmo!
O diabo do desafio energético, apenas impulso.
Apenas desejo.
Projetamos, aspiramos... a vida de um ariano se resume em conjugar um verbo no futuro.
Futuro que quando chega , e deixa de ser futuro, deixa de ser desejado, aspirado.
Perdemos interesse facilmente.
Somos fuzages, velozes, apaixonantes ... e entediados.
Signo de fogo, da paixão, da conquista.
Já me disseram que nossa vida se resume a conquistar; e quando se trata de pessoas, sempre queremos mais, buscamos mais ...
O importante é ter todas elas sobre o nosso domínio. Lutando pela nossa causa.
Mas que causa ???
A causa de quem ???
As vezes me deparo com o vazio, vazio comum... comum a todos, a todos do signo pelo menos.
Buscamos no misticismo a cura pra todo mal, e que mal ? O mal que nós mesmos nos fazemos ???
Um ariano não é um ser fácil, impossível se aproximar dele e não sentir a sutil competição existente.
Gostamos do centro, gostamos do egocentro, gostamos de ser o primeiro; não é a toa que mudamos o calendário e fizemos com que o ano começasse em “abril”.
Olhamos pro chão, assim como um carneiro, mas batemos de frente.
E como batemos!
De cara com o muro, de frente com o muro, derrubando o muro e/ou perdendo os dentes, e porque não os chifres ??
Quem conquista tanto, deixa a mercê tais conquistas... é difícil administrar ... Ah, se é!
Ariano torto, que vive de amor profundo.
Profundidade relativa, o suficiente pra ser imensurável e pequeno demais pra ser marcante.
Se alguém souber mais sobre, me avise... talvez fique mais calmo!
domingo, 31 de outubro de 2010
Amigos
Estou muito bem, obrigado!
Existe receita para se conquistar alguém ?
Não falo nem de relacionamentos romântico-sexuais, escrevo sobre o "básico" mesmo.
Até porque, falar sobre relacionamentos, é tão difícil quanto ler receita de médico. Imagine criar receita para estes ?
Deixemos as receitas para a Ana e continuemos.
O que leva uma pessoa a gostar de outra, a se aproximar ?
Há quem diga que a amizade seja um sentimento até mais sublime que o amor; a amizade é mais compreensível, mais tranquila, serena; com ela se busca o entendimento, tem a mesma finalidade. Na amizade, os valores são compartilhados e não é cobrado a você que algumas arestas sejam aparadas.
O muito bem obrigado, vem de estar bem servido, de ter boas companhias e de saber que estas pessoas gostam de você e querem seu bem.
A reciprocidade é automática.
Com algumas "conquistas" nestes últimos dias, percebi o quanto é estampado no outro a nossa felicidade.
O pouco já é o suficiente.
Agradeça a todos os seus amigos. Aos meus, agradeço também por aqui!
"Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. Mas também há pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência."
Existe receita para se conquistar alguém ?
Não falo nem de relacionamentos romântico-sexuais, escrevo sobre o "básico" mesmo.
Até porque, falar sobre relacionamentos, é tão difícil quanto ler receita de médico. Imagine criar receita para estes ?
Deixemos as receitas para a Ana e continuemos.
O que leva uma pessoa a gostar de outra, a se aproximar ?
Há quem diga que a amizade seja um sentimento até mais sublime que o amor; a amizade é mais compreensível, mais tranquila, serena; com ela se busca o entendimento, tem a mesma finalidade. Na amizade, os valores são compartilhados e não é cobrado a você que algumas arestas sejam aparadas.
O muito bem obrigado, vem de estar bem servido, de ter boas companhias e de saber que estas pessoas gostam de você e querem seu bem.
A reciprocidade é automática.
Com algumas "conquistas" nestes últimos dias, percebi o quanto é estampado no outro a nossa felicidade.
O pouco já é o suficiente.
Agradeça a todos os seus amigos. Aos meus, agradeço também por aqui!
"Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. Mas também há pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência."
domingo, 24 de outubro de 2010
@chei N@ NET
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
Shakespeare
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve. Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, contudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto... plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!"
Shakespeare
The song of the week
2008. Pedro Pondé e O Círculo.
Obviamente também fui apresentado.
Pouco tempo depois, fui a um dos melhores shows de minha vida.
Noite quente no Kabanas, acho que o local tinha sido inaugurado recentemente.
Um CD completo... fui adotado por uma nova banda "pop-rock-progressiva" depois de ter ficado orfão dos Los Hermanos. Pode ter sido carência... mas foi ótimo!
Pedro hoje não está mais na banda, e cá entre nós; sinto falta!
O círculo surgiu da união de três ex integrantes da extinta Scambo. Com uma nova proposta, segundo Pedro; "Não queremos ser mais uma boca gritando. Queremos fazer um trabalho que acalme e faça refletir."
Neste domingo inspirado que acordei, trago Janela, resume tudo em muito pouco.
A Janela
Composição: O Círculo
Mais um passo
Nesse espaço
Tanto espaço
E ainda assim
O mundo é pequeno pra mim(a ele é)
A janela
Forma uma tela
O mundo todo dentro dela
É pequeno pra mim
Olho milhares de fotos
Jornais
Tantos lugares
E nada
Não quero ver tv nessa janela
Janela
Não quero ficar preso
Nela
Talvez por ter vivido só
Eu tenha me feito assim
Eu criei um mundo bem maior
E melhor
Pra mim
Lá-rá lá-rá
Lá-rá lá-rá
Lá-rá lá-rááááááááááááááá
Obviamente também fui apresentado.
Pouco tempo depois, fui a um dos melhores shows de minha vida.
Noite quente no Kabanas, acho que o local tinha sido inaugurado recentemente.
Um CD completo... fui adotado por uma nova banda "pop-rock-progressiva" depois de ter ficado orfão dos Los Hermanos. Pode ter sido carência... mas foi ótimo!
Pedro hoje não está mais na banda, e cá entre nós; sinto falta!
O círculo surgiu da união de três ex integrantes da extinta Scambo. Com uma nova proposta, segundo Pedro; "Não queremos ser mais uma boca gritando. Queremos fazer um trabalho que acalme e faça refletir."
Neste domingo inspirado que acordei, trago Janela, resume tudo em muito pouco.
A Janela
Composição: O Círculo
Mais um passo
Nesse espaço
Tanto espaço
E ainda assim
O mundo é pequeno pra mim(a ele é)
A janela
Forma uma tela
O mundo todo dentro dela
É pequeno pra mim
Olho milhares de fotos
Jornais
Tantos lugares
E nada
Não quero ver tv nessa janela
Janela
Não quero ficar preso
Nela
Talvez por ter vivido só
Eu tenha me feito assim
Eu criei um mundo bem maior
E melhor
Pra mim
Lá-rá lá-rá
Lá-rá lá-rá
Lá-rá lá-rááááááááááááááá
domingo, 10 de outubro de 2010
Os cantos dos círculos
Apontei minha caneta pra escrever mais fino. Letra de poeta, letra de doutor, letra de menino.
Faz diferença entre o borrão negro do lápis e a tinta seca e fina da caneta.
Palavras
Verbalização de palavras, transcrição de palavras, e assim caminha a sociedade para o milagre da comunicação.
Apontei minha caneta.
Que pena! Perdi o apontador. Nem sempre na vida se cortam arestas.
As arestas, por hora desejáveis!Às vezes é bom ser incompatível. Status quo.
Ser humano parado, dialética andante, confronto.
De lápis e com borrões escrevemos nossas vidas, há quem prefira canetas finas ...
Eu? Prefiro a simplicidade do lápis de Toquinho!
Faz diferença entre o borrão negro do lápis e a tinta seca e fina da caneta.
Palavras
Verbalização de palavras, transcrição de palavras, e assim caminha a sociedade para o milagre da comunicação.
Apontei minha caneta.
Que pena! Perdi o apontador. Nem sempre na vida se cortam arestas.
As arestas, por hora desejáveis!Às vezes é bom ser incompatível. Status quo.
Ser humano parado, dialética andante, confronto.
De lápis e com borrões escrevemos nossas vidas, há quem prefira canetas finas ...
Eu? Prefiro a simplicidade do lápis de Toquinho!
sábado, 9 de outubro de 2010
Ouvidos em extâse pelo retrovisor
Nesta última semana tive duas alegrias. Não sendo suficiente o lançamento do novo CD de Vanessa da Mata; Bolos, Bicletas e outras alegrias; o Jason Mraz também disponibilizou um EP com 05 faixas, sendo 04 delas inéditas. O nome já diz tudo: Life is Good. Se a vida é boa, imagine então o CD!
Tenho overdose.
Quero hoje falar de Vanessa, particularmente um CD do indefinido. Impossível enquadrar ou classificá-lo. Metade dançante, metade romanticamente pop.
A acidez de Bolsa de Grife me conquistou. Fazendo uma análise densa da música, o humor qualificado tem uma complexidade muito maior.
Uma critica ao consumismo ??? Talvez!
O quanto buscamos no material contrapor as frustações da nossa vida. A vontade de "comprar, ter, comprar ..."
E se não temos alguém, o "comprar, ter, comprar"; é maior ainda.
E continuando com outras alegrias, bolos e bicicletas me levam diretamente a minha infancia.
Vi crianças pulando corda hoje. Nossa!
Quanto tempo fiz isso, quanto brinquei na rua; até a hora, é claro, de começar Cavaleiros do Zodíaco. Bom saber que a inocência ainda existe. Tudo bem que ela agora morre jovem, aos 08 anos eu acho. Espero pelo menos.
Bolo de fubá e tubaína; receita de sábado à tarde. Resultado: Criança feliz!
Queria que todos tivessem a oportunidade de ter vivido uma infância do interior.
PlayStation e Playgrounds em condomínios não tem a mesma graça.
Bom mesmo é empinar pipa, jogar peão e apanhar no garrafão.
Meus dedos do pé ?? Acho que eles são a prova viva da autocura.
Mas voltando a Vanessa, e as viagens que ela me permite fazer. Eu também Moro Longe.
O quanto queremos e esperamos das pessoas.
E se falamos de relacionamento então... temos e queremos 100%.
Cobramos, provamos, exigimos.
A receita não é essa.
O importante é o aproveitar, o viver.
Tenho overdose.
Quero hoje falar de Vanessa, particularmente um CD do indefinido. Impossível enquadrar ou classificá-lo. Metade dançante, metade romanticamente pop.
A acidez de Bolsa de Grife me conquistou. Fazendo uma análise densa da música, o humor qualificado tem uma complexidade muito maior.
Uma critica ao consumismo ??? Talvez!
O quanto buscamos no material contrapor as frustações da nossa vida. A vontade de "comprar, ter, comprar ..."
E se não temos alguém, o "comprar, ter, comprar"; é maior ainda.
E continuando com outras alegrias, bolos e bicicletas me levam diretamente a minha infancia.
Vi crianças pulando corda hoje. Nossa!
Quanto tempo fiz isso, quanto brinquei na rua; até a hora, é claro, de começar Cavaleiros do Zodíaco. Bom saber que a inocência ainda existe. Tudo bem que ela agora morre jovem, aos 08 anos eu acho. Espero pelo menos.
Bolo de fubá e tubaína; receita de sábado à tarde. Resultado: Criança feliz!
Queria que todos tivessem a oportunidade de ter vivido uma infância do interior.
PlayStation e Playgrounds em condomínios não tem a mesma graça.
Bom mesmo é empinar pipa, jogar peão e apanhar no garrafão.
Meus dedos do pé ?? Acho que eles são a prova viva da autocura.
Mas voltando a Vanessa, e as viagens que ela me permite fazer. Eu também Moro Longe.
O quanto queremos e esperamos das pessoas.
E se falamos de relacionamento então... temos e queremos 100%.
Cobramos, provamos, exigimos.
A receita não é essa.
O importante é o aproveitar, o viver.
Tudo que fica; é o que "faça valer a pena".
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Serviço de utilidade pública
HIV - Antirretroviral para prevenção
Antes que comecem as especulações, não sou portador !
Porém considero um grande avanço, e quem nunca fez uma merdinha, não é ??
O Ministério da Saúde anunciou, na última segunda-feira (04/10), que pessoas que mantiveram relações sexuais sem preservativos e correm o risco de infecção pelo vírus HIV poderão solicitar medicamentos antirretrovirais como forma de prevenção.
Para ter acesso aos remédios, qualquer indivíduo deve procurar um dos 700 centros de referência no tratamento de HIV e Aids em até 72 horas após a relação sexual desprotegida, mas o ideal é que sejam duas horas.
Controle
Porém, o governo vai monitorar a demanda dos medicamentos, já distribuídos gratuitamente para soropositivos em tratamento. Antes da medida, que faz parte do documento Consenso Terapêutico, os remédios anti-HIV só eram utilizados de forma preventiva em casos de violência sexual ou médicos e profissionais da saúde que tivessem contato com sangue contaminado.
Mutirão
A Bahia recebe, entre 16 e 19/11, o 1º Congresso Baiano de DSTs, Aids e Hepatites Virais - Integralidade da Assistência e Consolidação de Redes: dos Avanços aos Desafios, em Vitória da Conquista. O evento faz parte da Iniciativa Laços SociAids, que conta com participação das Nações Unidas, e visa ajudar no combate ao vírus nas microrregiões de Juazeiro e Vitória da Conquista.
O congresso é focado na prevenção, promoção da saúde nas escolas e enfrentamento ao aumento da contaminação por HIV e DSTs em mulheres.
domingo, 26 de setembro de 2010
Quadrinhos
Às vezes fico apenas no ócio....
Pensando, pensando, pensando.
Nossa Senhora da Preguiça tem me olhado. Olhado de perto
Bom mesmo são as novidades.
O ócio vira ansiedade...
Então, anime-se!!! Falta pouco!
sábado, 18 de setembro de 2010
@chei n@ NET
Que erro!
Havia me esquecido de Quintana.
Meu caos criativo está organizado, e se me permitem a intimidade, estou com alguns pecados capitais.
Não conhecia o texto, e por ser MUITO bom, divido com vocês.
Também acho que além de ler, preciso praticar!
Um bom fim de semana e boa leitura!
FELICIDADE REALISTA - Mário Quintana
A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Havia me esquecido de Quintana.
Meu caos criativo está organizado, e se me permitem a intimidade, estou com alguns pecados capitais.
Não conhecia o texto, e por ser MUITO bom, divido com vocês.
Também acho que além de ler, preciso praticar!
Um bom fim de semana e boa leitura!
FELICIDADE REALISTA - Mário Quintana
A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
"Melandosismo"
Tirei a tarde para tentar descobrir a diferença entre saudosismo e melancolia.
Da minha janela vejo um pôr do sol; mais uma dia se passa, menos um dia em minha vida.
Hoje fiquei recluso, fechado pra mim, fechado pro tempo.
O dia se passou e só agora, no final dele, me atentei a olhar pela janela.
Foi apenas uma constatação, queria ter a certeza de que tinha acabado.
Meia luz, o obscuro.
Ouço Beirut e todo o sentimento que este som me traz.
Já disse que jurava ser francês ??
Cada acorde, melancólica ou saudosa musicalidade ? É dançante, revigorante, estimulante...
Acenda e ascenda.
Todas as cores se tornaram menos perceptíveis, apenas o som fica mais alto e mais sozinho.
A noite cai com incrível velocidade, talvez porque minha atenção esteja apenas voltada para ela, talvez precise dar atenção a outras coisas, a todas as coisas.
Talvez precise e queira alguém para observar comigo a tudo isso.
Talvez seja melancolia, talvez, talvez seja saudosismo.
Da minha janela vejo um pôr do sol; mais uma dia se passa, menos um dia em minha vida.
Hoje fiquei recluso, fechado pra mim, fechado pro tempo.
O dia se passou e só agora, no final dele, me atentei a olhar pela janela.
Foi apenas uma constatação, queria ter a certeza de que tinha acabado.
Meia luz, o obscuro.
Ouço Beirut e todo o sentimento que este som me traz.
Já disse que jurava ser francês ??
Cada acorde, melancólica ou saudosa musicalidade ? É dançante, revigorante, estimulante...
Acenda e ascenda.
Todas as cores se tornaram menos perceptíveis, apenas o som fica mais alto e mais sozinho.
A noite cai com incrível velocidade, talvez porque minha atenção esteja apenas voltada para ela, talvez precise dar atenção a outras coisas, a todas as coisas.
Talvez precise e queira alguém para observar comigo a tudo isso.
Talvez seja melancolia, talvez, talvez seja saudosismo.
domingo, 5 de setembro de 2010
Que tal uma rapidinha ?
Nem tão curta.
SaradaodoRJ: Oi minha gata, estou aqui para satisfazê-la.
MolhadinhaRJ: Ai, que bom. Estava tão carente... Vc tc de onde?
SaradaodoRJ: De Ipanema, e vc?
MolhadinhaRJ: Mistério...
SaradaodoRJ: Ah gata que isso, vai fazer mistério? Fala de onde vc tc.
MolhadinhaRJ: Do Rio, ora. Meu nome é MolhadinhaRJ, o que vc esperava?
SaradaodoRJ: Mas de que lugar do RJ, gata?
MolhadinhaRJ: Mistério... sou uma mulher muito misteriosa...
SaradaodoRJ: Hummm, quero desvendar todos os seus mistérios
MolhadinhaRJ: Tenho prazeres sexuais muito peculiares...
SaradaodoRJ: Como assim?
MolhadinhaRJ: Vc gosta de sadomasoquismo?
SaradaodoRJ: Que que é isso?
MolhadinhaRJ: Dar uns tapinhas, levar uns tapinhas.
SaradaodoRJ: Lógico! Tem seda aí?
MolhadinhaRJ: Não é esse tipo de tapinha, gato. Tapa na cara, me dar na cara, levar na cara. Vc gosta?
SaradaodoRJ: Vc gosta de levar porrada?
MolhadinhaRJ: Humm, adoro levar uns tapinhas na cara.
SaradaodoRJ: Então toma, sua puta
MolhadinhaRJ: Hummm, assim eu vou gozar...
SaradaodoRJ: Toma, pá pá pá pá
MolhadinhaRJ: Pára, pára pelo amor de Deus, assim não
SaradaodoRJ: Ué, como assim? Não era o q vc queria?
MolhadinhaRJ; Não, é que esse pápápápá é horrível. Parece tiro
SaradaodoRJ: Então como é que eu vou fazer o barulho, porra? Paf,soc, tum, pou!
MolhadinhaRJ: Cacete, isso aqui não é desenho do Batman, escreve alguma coisa sensual
SaradaodoRJ: Como é que eu vou ser sensual dando porrada?
MolhadinhaRJ: Faz o seguinte, não escreve nada, só bota assim "tô batendo", sei lá
SaradaodoRJ: Tá, então toma sua puta, tô batendo
MolhadinhaRJ: Aiii, bate mais, dá na cara, me chama de cadela, de vagabunda
SaradaodoRJ: Cadela, vagabunda, toma, toma, tô batendo
MolhadinhaRJ: Ai, isso, vai, bate, me soca
SaradaodoRJ: Soco? Mas vai te machucar, eu luto jiu-jitsu
MolhadinhaRJ: Aiiiiii, que gostoso! Deve ser uma montanha de músculos...
SaradaodoRJ: Sim, sou 100 quilos de puro músculo
MolhadinhaRJ: Então me dá um mata-leão meu jiujiteiro, me joga no chão, me faz dar soquinho no tatame, meu totoso
SaradaodoRJ: Tô te socando, te enfiando a porrada, sua vagaranha! Tô batendo!
MolhadinhaRJ: Então me joga no chão e me põe de quatro, tesudo!
SaradaodoRJ: Fica de quatro, vagaba. Geme, grita, goza! Sua puta! Tô batendo!
MolhadinhaRJ: Quero que me meta...
SaradaodoRJ: Tô batendo.. digo, tô metendo...
MolhadinhaRJ: Quero que vc pegue uma vassoura de piaçava e enfie em mim...
SaradaodoRJ: O q?
MolhadinhaRJ: É isso, mete, vai
SaradaodoRJ: Mas tem que ser de piaçava? Não serve de outro material?
MolhadinhaRJ: Não, tem que ser de piaçava, senão eu não gozo!
SaradaodoRJ: Bom, se é isso que vc quer... Pronto, tô metendo...
MolhadinhaRJ: Mete, mete ela todinha
SaradaodoRJ: Vc gosta disso?
MolhadinhaRJ: Sim, agora tira ela
SaradaodoRJ: Pronto
MolhadinhaRJ: Tô imaginando vc pegando graxa, passando na vassoura e metendo ela em mim...
SaradaodoRJ: Escuta aqui, vc é maluca?
MolhadinhaRJ: Sim, sou louca, tarada, doida, aiii, mete, vai
SaradaodoRJ: Tá bom, tô metendo.
MolhadinhaRJ: Isso, rebola com a vassoura dentro de mim, vai, mete...
SaradaodoRJ: Tô rebolando, metendo, botando, tá gostoso?
MolhadinhaRJ: Muito, ahhnnnn. Agora faz o seguinte...
SaradaodoRJ: O quê? Tira a vassoura e enfia pelo lado da piaçava?
MolhadinhaRJ: Não, pega seu pau e encosta no monitor...
SaradaodoRJ: O QUÊ?
MolhadinhaRJ: É isso mesmo, bota, vai, que eu vou subir em cima do monitor e me esfregar todinha nele...
SaradaodoRJ: Mas é assim que se transa pela internet?
MolhadinhaRJ: É assim que eu gosto... Vai, encosta e toca uma punheta pra mim
SaradaodoRJ: Mas eu vou esporrar meu computador todo
MolhadinhaRJ: Eu também vou deixar o meu molhadinho, vai, encosta...
SaradaodoRJ: Tá bom, eu estou com a cabecinha dele encostada no monitor
MolhadinhaRJ: Aiiii, hummmm, que delícia
SaradaodoRJ: Como é que vc está conseguindo bater no teclado?
MolhadinhaRJ: Ahnnnn, devd aatar sanndo tdo erasdfo ms fddd=se
SaradaodoRJ: O QUÊ?
MolhadinhaRJ: Ajjjjh v gozoar
SaradaodoRJ: Puta merda
MolhadinhaRJ: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
SaradaodoRJ: Gozou?
MolhadinhaRJ: Não, caí no chão
SaradaodoRJ: AHH, PUTAMERDAAAAAA! ESSA MULHER É DOIDA!
MolhadinhaRJ: Calma, meu jiujiteiro... ai, foi tão gostoso
SaradaodoRJ: Escuta, vc não prefere fazer isso ao vivo?
MolhadinhaRJ: Claro, gostoso, vem me pegar e vamos foder a noite inteira
SaradaodoRJ: Tá bom, finalmente vou saber onde vc mora. Onde é?
MolhadinhaRJ: Em Ipanema, na Vinicius de Moraes
SaradaodoRJ: Mas é aqui do lado, eu moro na prudente
MolhadinhaRJ: Que bom, então vem pra cá agora. Eu moro no 3456
SaradaodoRJ: Que coincidência, minha avó paterna mora nesse prédio. Conhece a dona Célia?
MolhadinhaRJ: Renatinho?
SaradaodoRJ: VOVÓ?
MolhadinhaRJ: Ai meu Deus, que vergonha
Datas Comemorativas
Acho que uma data como essa não pode passar desapercebida.
Com sacanagem (e direito a trocadilho), nada melhor do que comemorar o dia do sexo em 06.09!
Quem teve essa brilhante ideia com certeza estava com a libido ativada neste dia.
Haveria um dia mais sugestivo ?? Impossível!
04 letras e uma variedade de posições. O X está ali de propósito.
Não teria o mesmo clímax se fosse com CS.
seXo
Nenhum assunto é de maior interesse; quem viveria sem ?
É natural da natureza humana, ora pois!
O seXo faz parte do nosso dia a dia, está presente na cama, na mesa, no carro....
Desejo, libido, Juliana Paes..... noooooossssssa! hunrum Desculpem.
Voltando ao Sexo, ou melhor ao assunto.
Não vá ficar na mão em pleno 06.09; fale com a vizinha, ligue para uma ex-namorada, marque com a caixa do super mercado, paquere aquela tia velha que faz diária em sua casa...
Arranje um jeito de ficar a doiX.
Com sacanagem (e direito a trocadilho), nada melhor do que comemorar o dia do sexo em 06.09!
Quem teve essa brilhante ideia com certeza estava com a libido ativada neste dia.
Haveria um dia mais sugestivo ?? Impossível!
04 letras e uma variedade de posições. O X está ali de propósito.
Não teria o mesmo clímax se fosse com CS.
seXo
Nenhum assunto é de maior interesse; quem viveria sem ?
É natural da natureza humana, ora pois!
O seXo faz parte do nosso dia a dia, está presente na cama, na mesa, no carro....
Desejo, libido, Juliana Paes..... noooooossssssa! hunrum Desculpem.
Voltando ao Sexo, ou melhor ao assunto.
Não vá ficar na mão em pleno 06.09; fale com a vizinha, ligue para uma ex-namorada, marque com a caixa do super mercado, paquere aquela tia velha que faz diária em sua casa...
Arranje um jeito de ficar a doiX.
domingo, 29 de agosto de 2010
Como nasce um amor ?
Ficaria até mais bonitinho o título se perguntasse como nasce uma paixão ... vocês podem até discordar.
Enfim!
Amor. Não poderia dar outro nome; não se sabe quando surge, não se consegue ver o seu inicio.
Em algum momento seus olhos brilharam, seu joelho tremeu e seu coração palpitou mais forte.
É inconcebível e irreal pensar na inexistência. Quão triste seria!
Há 100 anos, esse é o sentimento que faz brotar em toda uma nação, a majestosa FIEL.
Um clube, uma história, duas cores e um propósito: Dar sentido a vida de milhões de torcedores e de apaixonados por futebol.
O corinthians, em 01.09.1910, surge da união de alguns operários que inspirados na turnê do time inglês Corinthian, resolvem dar o mesmo nome ao Timão.
Fomos o 02º time a permitir jogadores negros e o 01º time a representar a seleção brasileira em um amistoso.
Grandes feitos e muitos títulos.
Acredito que a data que se aproxima, não só orgulha a toda uma nação, como também nos enche de saudosismo.
O quanto já choramos, sorrimos e sofremos.
Ser CORINTHIANO é algo inexplicável. Foge da descrição através de palavras.
Então, nada mais justo do que dizer que somos uma torcida que tem um time; que o Corinthians, é minha vida, é minha história, é meu amor!
Enfim!
Amor. Não poderia dar outro nome; não se sabe quando surge, não se consegue ver o seu inicio.
Em algum momento seus olhos brilharam, seu joelho tremeu e seu coração palpitou mais forte.
É inconcebível e irreal pensar na inexistência. Quão triste seria!
Há 100 anos, esse é o sentimento que faz brotar em toda uma nação, a majestosa FIEL.
Um clube, uma história, duas cores e um propósito: Dar sentido a vida de milhões de torcedores e de apaixonados por futebol.
O corinthians, em 01.09.1910, surge da união de alguns operários que inspirados na turnê do time inglês Corinthian, resolvem dar o mesmo nome ao Timão.
Fomos o 02º time a permitir jogadores negros e o 01º time a representar a seleção brasileira em um amistoso.
Grandes feitos e muitos títulos.
Acredito que a data que se aproxima, não só orgulha a toda uma nação, como também nos enche de saudosismo.
O quanto já choramos, sorrimos e sofremos.
Ser CORINTHIANO é algo inexplicável. Foge da descrição através de palavras.
Então, nada mais justo do que dizer que somos uma torcida que tem um time; que o Corinthians, é minha vida, é minha história, é meu amor!
sábado, 28 de agosto de 2010
@chei n@ NET
Exclamação!
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
The song of the week
Pinto no lixo!!!
Tenho certeza que todos vocês já ouviram essa expressão.
São 13 anos de história, e uma fidelidade maior que qualquer casamento por parte de sua legião de fãs.
Creio que a maior dor desta separação não é entre os integrantes da banda; em todo matrimônio, são os filhos que sempre acabam ficando desamparados.
Somos filhos órfãos. Órfãos e fãs!
Foram 04 Cd´s; e tudo bem que a linha seguida não foi tão linear ao ponto de se chamar de linha.
A banda decidiu em 2007 pela individualidade , e assim, Camelo e Amarante foram em busca de projetos pessoais.
Felizmente e recentemente, foi divulgado na revista Trip que a banda fará uma mini turnê pelo Nordeste.
Salvador, será o último dos três shows.
17 de outubro!
Nada melhor, que pelo menos em uma noite, sonhar que você nunca esteve no orfanato.
Enfim, do 03º CD, trago Cara Estranho, nada melhor do que fugir do comum e ter um sucesso sem refrão!
Cara Estranho
Los Hermanos
Composição: Marcelo Camello
Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem
Olha ali, quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber?
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir.
Tenho certeza que todos vocês já ouviram essa expressão.
São 13 anos de história, e uma fidelidade maior que qualquer casamento por parte de sua legião de fãs.
Creio que a maior dor desta separação não é entre os integrantes da banda; em todo matrimônio, são os filhos que sempre acabam ficando desamparados.
Somos filhos órfãos. Órfãos e fãs!
Foram 04 Cd´s; e tudo bem que a linha seguida não foi tão linear ao ponto de se chamar de linha.
A banda decidiu em 2007 pela individualidade , e assim, Camelo e Amarante foram em busca de projetos pessoais.
Felizmente e recentemente, foi divulgado na revista Trip que a banda fará uma mini turnê pelo Nordeste.
Salvador, será o último dos três shows.
17 de outubro!
Nada melhor, que pelo menos em uma noite, sonhar que você nunca esteve no orfanato.
Enfim, do 03º CD, trago Cara Estranho, nada melhor do que fugir do comum e ter um sucesso sem refrão!
Cara Estranho
Los Hermanos
Composição: Marcelo Camello
Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo em que Deus lhe encarnou
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem
Olha ali, quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber?
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir.
sábado, 7 de agosto de 2010
Quase como Belchior.
Também estive desaparecido!
A diferença é que não possuo dívidas.
Até possuo, porém não ao ponto de sumir e ir viver na terra do nunca sul-americana.
Final de semestre, novo emprego, mudança de livro. Ops, estou confundindo os locais de escrita!
O diário deve ficar em baixo da cama! : )
Me faltou tempo, logo eu, que gosto tanto de relógios e que sempre acho que ele demora a passar.
Foi uma sobrevivência intensa.
Meu eu resolveu tirar férias dele mesmo.
O bom é que novos horizontes se abriram.
De janelas antes chuvosas e fechadas, agora abertas , já se vislumbram novos perspectivas.
O vento, já adentra a casa, aquecido por raios de sol.
Retornei das férias e ponto
A diferença é que não possuo dívidas.
Até possuo, porém não ao ponto de sumir e ir viver na terra do nunca sul-americana.
Final de semestre, novo emprego, mudança de livro. Ops, estou confundindo os locais de escrita!
O diário deve ficar em baixo da cama! : )
Me faltou tempo, logo eu, que gosto tanto de relógios e que sempre acho que ele demora a passar.
Foi uma sobrevivência intensa.
Meu eu resolveu tirar férias dele mesmo.
O bom é que novos horizontes se abriram.
De janelas antes chuvosas e fechadas, agora abertas , já se vislumbram novos perspectivas.
O vento, já adentra a casa, aquecido por raios de sol.
Retornei das férias e ponto
Que tal uma rapidinha ?
Nota ao pessimismo!
E sem saber que era impossível , ele foi lá e ...
TENTOU!!
Coitado!
Perdeu tempo, despendeu energia e gastou até alguns trocados.
Faça como Lula, pois como o mesmo já disse:
- No nosso governo faremos o que é fácil, porque o que é difícil, é difícil!!!
E sem saber que era impossível , ele foi lá e ...
TENTOU!!
Coitado!
Perdeu tempo, despendeu energia e gastou até alguns trocados.
Faça como Lula, pois como o mesmo já disse:
- No nosso governo faremos o que é fácil, porque o que é difícil, é difícil!!!
sábado, 17 de julho de 2010
(In) Definição
Sou a incerteza do futuro, o reflexo do passado e a conexão com o presente.
O que sou atualmente, nada mais é do que a projeção de um desejo antigo, idealizado no hoje e concretizado no amanhã; sou o tempo!
Sou a tempestade, sou chuva, o vento, a brisa, o mar, o sol e o verão.
Sou o mosaico do mundo em preto e branco.
Sou a tempestade, sou chuva, o vento, a brisa, o mar, o sol e o verão.
Sou o mosaico do mundo em preto e branco.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Como todo ariano que se preze ...
... eu adoro as mudanças!
Mal falei na oportunidade de recomeços, e o destino me pregou uma ótima peça; dessas que por mais que você queira explicar, você não consegue.
Infelizmente perderei o convívio de alguns grandes, bons e novos amigos.
Mas o que seria da vida sem as reviravoltas. O mundo da voltas e uma hora ou outra, a Dona do Destino lhe ouve e resolve lhe atender.
Há um bom tempo que eu sei que amizade não é como FGTS, quanto mais tempo de casa você tem, maior será a sua multa indenizatória.
De poucos momentos ou de momentos de grande intensidade surgem as pessoas, que mesmo com a longa distancia, participarão ativamente de seus bons pensamentos e de suas ótimas recordações.
Por vezes, penso que Deus é um senhor que vive a brincar de montar quebra-cabeças, e no dia-a-dia de sua vida nada conturbada, ele vai colocando e retirando peças.
Nem sempre achamos que tudo está no lugar correto, mas quem foi que lhe disse que tudo precisa ter uma lógica.
O ponto de vista correto, pode ser o dele!
Mal falei na oportunidade de recomeços, e o destino me pregou uma ótima peça; dessas que por mais que você queira explicar, você não consegue.
Infelizmente perderei o convívio de alguns grandes, bons e novos amigos.
Mas o que seria da vida sem as reviravoltas. O mundo da voltas e uma hora ou outra, a Dona do Destino lhe ouve e resolve lhe atender.
Há um bom tempo que eu sei que amizade não é como FGTS, quanto mais tempo de casa você tem, maior será a sua multa indenizatória.
De poucos momentos ou de momentos de grande intensidade surgem as pessoas, que mesmo com a longa distancia, participarão ativamente de seus bons pensamentos e de suas ótimas recordações.
Por vezes, penso que Deus é um senhor que vive a brincar de montar quebra-cabeças, e no dia-a-dia de sua vida nada conturbada, ele vai colocando e retirando peças.
Nem sempre achamos que tudo está no lugar correto, mas quem foi que lhe disse que tudo precisa ter uma lógica.
O ponto de vista correto, pode ser o dele!
domingo, 11 de julho de 2010
3 em 1
O tempo tem passado muito rápido...
Talvez sejam nossas agendas preenchidas e a vida "cyber conectada" que nos dê esta impressão.
Julho chegou, e junto com ele, faz-se a hora de rever projetos, verificar metas e traçar novos planos de ação.
Não falo de negócios, falo de nossas vidas.
Sempre idealizamos inúmeras coisas para um ano que chega; e no meio do caminho, tomados por outras histórias, prazeres e reviravoltas, perdemos o foco.
Tenha um tempo para você antes de se dedicar somente aos outros, pense no que realmente irá buscar de agora em diante, satisfaça as suas vontades.
Passar pelo dia a dia, pelo simples fato de vencer o tempo, não pertence a nossa geração.
Faça a diferença!
___________________________________E por falar em diferença...
Esses dias, ao retornar para casa; lá estava em mais uma daquelas vans "super confortavelmente lotadas"; e sem querer (infelizmente) ouvi a conversa de duas mulheres; sendo uma delas grávida, e outra de mais idade.
A gestante estava com uma barriga enorme, se não fosse pela Copa, diria que as Jabolanis estavam brotando de vossa barriga.
A senhora, que pela idade deveria ser a própria representação da sabedoria, falava sobre o fato de ser mãe, e parabenizava a jovem mulher pelo grande feito.
No continuar da conversa, a gestante disse que não importava o sexo, o importante era vir com saúde; até porque, sexo é um fator que não é mais determinante hoje em dia... isso, você "escolhe" depois!
A nossa sábia senhora então, disse que sempre rezava para que as mães não tivessem filhos "doentinhos", pois, era por vezes melhor, ter um filho ladrão, assassino, do que deficiente.
Talvez apenas eu tenha ficado chocado.
É incrível, o preconceito camuflado, carregado ou disfarçado que ainda temos.
Um desvio de conduta, de caráter, é mais desejável que uma característica especial.
Especial sim, pelo tratamento que estes devem ter...
Cada vez mais devem ser criadas politicas publicas, devem ser melhoradas e facilitadas as condições de acesso; as barreiras são muitas e começam (mais uma vez digo - infelizmente) dentro dos próprios lares._____________________________________E desta maneira, viajo...
Existe sim uma conexão, tenha só um pouco mais de paciência leitor.
Passei os festejos juninos, no berço de minha família, na minha pequena cidade de origem.
Sempre bom estar em família, com velhos amigos, rever pessoas que mudaram e evoluíram.
Encontrei uma grande amiga, de tempos atrás, havia uns 06 anos que não nos víamos.
Então, tivemos um "papo cabeça".
Hoje, ela psicóloga, trabalha com aceitação de jovens portadores de deficiência, tanto por parte deles mesmos, quanto por parte dos seus próprios familiares.
Novidade pra mim, e ótima novidade.
Ela me contava da frustração que algumas famílias têm ao descobrir sobre a diferença de seu filho tão esperado; da rejeição ou da super proteção.
Fiquei feliz pelo trabalho que a mesma faz, e até parei pára pensar sobre a conciliação da realização profissional e pessoal.
A junção parece ser perfeita, principalmente quando você é capaz de modificar ativamente outros indivíduos.
Em resumo, 2010.2 está em sua porta.
"Foice" o passado.
O futuro está adentrando a sua casa, "senhora" para chegar e sem autorização.
Não se espante se ele não vier conforme o planejado.
"Convida"!
Vá em frente nesta experiência.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
The song of the week
Descobri ColdPlay aos 45 minutos do segundo tempo do ano de 2008.
Melhor dizendo, tive a sorte de ser apresentado.
Se você acompanha o Blog, vai dizer que sou facilmente influenciado.
Em parte é verdade , porém me restrinjo as boas coisas.
Infelizmente não pude ir ao Show que teve este ano no Brasil, e isso particularmente me incomoda!
Desabafos a parte, a banda Inglesa que surgiu em 1998, está entre as minhas prediletas.
Com 04 albúns lançados, e mais de 50 milhões de discos vendidos em todo mundo; ColdPlay manteve-se protetora de suas músicas para não serem usadas na mídia, recusando-se a sua utilização para endosso do produtos.
A banda apoia a Anistia Internacional e Martin (vocalista) é considerado uma das celebridades defensoras do "comércio justo", apoiando a Oxfam com a contínua campanha Make Trade Fair.
Não muito conhecida, a faixa 13 do 03º albúm X&Y é sem dúvidas, a minha preferida.
Till Kingdom Come, ou Até o fim dos tempos; além da melancolia e solidão transbordada por sua sonoridade, nos desperta, por sua letra, o sentimento do coletivo, de que precisamos de amparo e de que não conseguimos viver sozinho.
Ouça, leia e reflita!
'Til Kingdom Come
Coldplay
(Hidden Track)
One... two...
Steal my heart... and hold my tongue
I feel my time... my time has come
Let me in... unlock the door
I never felt this way before
And the wheels just keep on turning
The drummer begins to drum
I don't know which way I'm going
I don't know which way I've come
Hold my head... inside your hands
I need someone... who understands
I need someone... someone who hears
For you I've waited all these years
For you I'd wait... 'Til Kingdom Come
Until my day... my day is done
and say you'll come... and set me free
just say you'll wait... you'll wait for me
In your tears... and in your blood
In your fire... and in your flood
I hear you laugh... I heard you sing
I wouldn't change a single thing
And the wheels just keep on turning
The drummers begin to drum
I don't know which way I'm going
I don't know what I've become
For you I'd wait... 'Til kingdom come
Until my days... my days are done
Say you'll come... and set me free
Just say you'll wait... you'll wait for me
Just say you'll wait... you'll wait for me
Just say you'll wait... you'll wait for me
Melhor dizendo, tive a sorte de ser apresentado.
Se você acompanha o Blog, vai dizer que sou facilmente influenciado.
Em parte é verdade , porém me restrinjo as boas coisas.
Infelizmente não pude ir ao Show que teve este ano no Brasil, e isso particularmente me incomoda!
Desabafos a parte, a banda Inglesa que surgiu em 1998, está entre as minhas prediletas.
Com 04 albúns lançados, e mais de 50 milhões de discos vendidos em todo mundo; ColdPlay manteve-se protetora de suas músicas para não serem usadas na mídia, recusando-se a sua utilização para endosso do produtos.
A banda apoia a Anistia Internacional e Martin (vocalista) é considerado uma das celebridades defensoras do "comércio justo", apoiando a Oxfam com a contínua campanha Make Trade Fair.
Não muito conhecida, a faixa 13 do 03º albúm X&Y é sem dúvidas, a minha preferida.
Till Kingdom Come, ou Até o fim dos tempos; além da melancolia e solidão transbordada por sua sonoridade, nos desperta, por sua letra, o sentimento do coletivo, de que precisamos de amparo e de que não conseguimos viver sozinho.
Ouça, leia e reflita!
'Til Kingdom Come
Coldplay
(Hidden Track)
One... two...
Steal my heart... and hold my tongue
I feel my time... my time has come
Let me in... unlock the door
I never felt this way before
And the wheels just keep on turning
The drummer begins to drum
I don't know which way I'm going
I don't know which way I've come
Hold my head... inside your hands
I need someone... who understands
I need someone... someone who hears
For you I've waited all these years
For you I'd wait... 'Til Kingdom Come
Until my day... my day is done
and say you'll come... and set me free
just say you'll wait... you'll wait for me
In your tears... and in your blood
In your fire... and in your flood
I hear you laugh... I heard you sing
I wouldn't change a single thing
And the wheels just keep on turning
The drummers begin to drum
I don't know which way I'm going
I don't know what I've become
For you I'd wait... 'Til kingdom come
Until my days... my days are done
Say you'll come... and set me free
Just say you'll wait... you'll wait for me
Just say you'll wait... you'll wait for me
Just say you'll wait... you'll wait for me
Não deu
Não é fácil!
Enchemos o nosso coração de esperança, acreditamos, depositamos todas as nossas expectativas.
Não falo de relacionamentos... aliás, não destes entre homens e mulheres.
O amor incondicional que todo nosso povo tem pela seleção, também é um romance.
Romance, que já gerou 05 filhos, mas que tem gosto amargo por vezes.
E como em qualquer relação, sempre queremos achar culpados.
Felipe Melo, Dunga, Kaká.... enfim , todos temos nossa parcela de culpa.
Não foi uma decepção maior, pois não tínhamos apostado tanto, talvez até por 2014 estar logo ali.
A seleção não era "A SELEÇÃO".
Nos acomodamos a ver um Brasil que não era ofensivo, que não brilhante, mas era regular e estava ganhando.
O futebol brasileiro é mais que tudo isso que nos foi apresentado: É alegre, criativo, inspirado!
Quer dizer, teria de ser.
Em resumo, o sonho do Hexa não se acaba, se renova.
Iniciamos a partir de hoje uma contagem regressiva, pela Copa do Mundo de 2014, 64 anos depois da última realizada no Brasil.
Seremos anfitriões, teremos todos os olhos voltados não só pra nossa seleção, mas pelo que somos capazes de fazer; e cá entre nós, sabemos fazer festa!
Que venha 2014!
Melhor do que ter festa em casa, é ser o motivo da comemoração!!!
terça-feira, 22 de junho de 2010
@chei n@ NET. - Encontro reciclado
Lixo
Por Luís Fernando Veríssimo
Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
Por Luís Fernando Veríssimo
Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom dia...
- Bom dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É.
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu quê?- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?
domingo, 20 de junho de 2010
Brasilidade
Fico emocionado e feliz com o clima o qual a Copa do Mundo nos presenteia.
É muito bom ver as ruas pintadas de verde e amarelo, as bandeirolas tipicamente juninas e nordestinas tremulando nestas cores.
Carros e mais carros com bandeiras do Brasil penduradas, plotadas e adesivadas.
O verde e o amarelo nunca vestiu tanto o nosso povo!
De minha janela vejo a manifestação dos que acreditam no Hexa, que acreditam no Brasil, que vibram e cantam "personificadamente" com o coração.
Coração verde e amarelo!
E a acepção destas cores vai mais além, traduz a coragem, a força e a garra de um povo que sofre com diversas mazelas e que mesmo assim é feliz. Há quem diga que isso é burrice, alienação; eu prefiro chamar de Brasilidade! Eu tive a sorte de nascer BRASILEIRO!
Durante este mês, viveremos a dualidade ora mesclada por detalhes azuis e brancos, esqueceremos os problemas, as diferenças, acreditaremos - por fugacidade ou utopia - que tudo se resume aquilo, àquela jogada, àquele lance, àquele GOL!!!!!!!!!!!!!!
Isso mesmo, partidaço e golaço, o ufanismo presente é revigorante; devemos sim, aproveitar o momento de união e pensarmos no quanto a nossa mobilização pode promover.
Mais uma vez, estamos vivendo um sonho, e que este nos sirva de exemplo para todos os outros aspectos que enfrentamos na nossa realidade.
Vamos meu Brasil!!!!!!
É muito bom ver as ruas pintadas de verde e amarelo, as bandeirolas tipicamente juninas e nordestinas tremulando nestas cores.
Carros e mais carros com bandeiras do Brasil penduradas, plotadas e adesivadas.
O verde e o amarelo nunca vestiu tanto o nosso povo!
De minha janela vejo a manifestação dos que acreditam no Hexa, que acreditam no Brasil, que vibram e cantam "personificadamente" com o coração.
Coração verde e amarelo!
E a acepção destas cores vai mais além, traduz a coragem, a força e a garra de um povo que sofre com diversas mazelas e que mesmo assim é feliz. Há quem diga que isso é burrice, alienação; eu prefiro chamar de Brasilidade! Eu tive a sorte de nascer BRASILEIRO!
Durante este mês, viveremos a dualidade ora mesclada por detalhes azuis e brancos, esqueceremos os problemas, as diferenças, acreditaremos - por fugacidade ou utopia - que tudo se resume aquilo, àquela jogada, àquele lance, àquele GOL!!!!!!!!!!!!!!
Isso mesmo, partidaço e golaço, o ufanismo presente é revigorante; devemos sim, aproveitar o momento de união e pensarmos no quanto a nossa mobilização pode promover.
Mais uma vez, estamos vivendo um sonho, e que este nos sirva de exemplo para todos os outros aspectos que enfrentamos na nossa realidade.
Vamos meu Brasil!!!!!!
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