Há uns 04 meses atrás, talvez em um momento parecido como este, assisti a um filme cujo nome tem o título deste texto.
Obviamente sai do cinema sem respostas e com a sensação de ter perdido o meu tempo.
Outro dia desses, li que a felicidade é estado de espírito e que essa é a maior riqueza e o maior desejo de todo ser humano.
A definição da mesma é ampla e sem referências.
Vai de quem sente, de quem oportuniza.
Voltando ao filme, após ter vivido algumas outras histórias, vejo que realmente se deve correr atrás delas; alguns e poucos momentos da nossa vida, teremos a mesma em plenitude.
É como um orgasmo. Só é orgasmo porque dura pouco; se fosse fácil chegar nele, não seria tão bom.
Em suma, vejo que a felicidade é intangível e imperceptível por vezes. Por vezes, apenas quando saudamos um momento é que temos a noção ou sensação da mesma.
Busquemos a nossa; SEMPRE!
As quedas, os percalços, estarão sempre ao nosso lado, a nossa frente. Isso é fato!
O segredo é correr sim atrás das borboletas. Nada de apenas regar o jardim!
Corra atrás, experimente, viva, se entregue!
Na pior das hipóteses, você terá tentado.
Seja agente de sua própria vida. Ela é única e temos apenas uma chance, dentro desse mesmo plano, de conseguirmos maximizar ou descobrir o caminho certo para chegarmos ao tão sonhado estado de felicidade.
domingo, 27 de novembro de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
Sem Não.
Acho que até a minha geração, ainda tivemos uma boa educação e um bom exemplo deixado pelos nossos pais. É #fato que ouvimos sonoros "NÃO".
Os referenciais hoje são outros, os ideais são outros e, querendo ou não, o Restart faz sucesso.
Contudo, voltando ao epicentro da questão, o "NÃO" sempre foi costumeiro ao meu ouvido.
Sabia muito bem recebê-lo, traduzi-lo e acomodá-lo em seu devido lugar. Ou talvez acreditava que era capaz de fazê-lo.
Hoje ele tem efeito boomerangue, ecoa e desperta de sonhos que tenho insistido em vivenciar.
Maldito boomerangue!
Culpo meu signo; sim, ultimamente, o que não acho que seja de minha essência, tenho colocado a culpa nele. Quer queira quer não, domar o temperamento de um ariano do 02º decanato não é nada fácil.
Minto, é essência!
O "NÃO", até então era aceitável. Obviamente nunca me agradou, e nem tampouco a qualquer um que tenha o recebido.
Um "NÃO" significa que você não poderá chegar onde você deseja, que você se frustrará e que é incapaz diante daquela situação.
Aos otimistas em demasiado; o local era distante demais e não valia a fadiga que seria gerada.
Somos (sou) do sim, do poder, do fazer e do ser. O meu baú já está cheio. Fui aquinhoado de "NÃO" por bastante tempo!!
O sim também não pode ser tal SIMples. É preciso de um esforço e de um foco para alcançá-lo. Caso contrário, a desvalorização fica tão corriqueira quanto o "NÃO". E essa sim, é uma característica de ariano.
Talvez, tenha sido corrompido pelo egoísmo e egocentrismo cético dessa sociedade cosmopolita.
O talvez, sim, tem o seu quê de charme. (brinque com as vírgulas)
Não é direto, nem fácil. É oblíquo, dissimulado e cheio de razões que as vezes ele mesmo não (re)conhece.
Concluindo; TALVEZ seja por isso que eu viva.
Os referenciais hoje são outros, os ideais são outros e, querendo ou não, o Restart faz sucesso.
Contudo, voltando ao epicentro da questão, o "NÃO" sempre foi costumeiro ao meu ouvido.
Sabia muito bem recebê-lo, traduzi-lo e acomodá-lo em seu devido lugar. Ou talvez acreditava que era capaz de fazê-lo.
Hoje ele tem efeito boomerangue, ecoa e desperta de sonhos que tenho insistido em vivenciar.
Maldito boomerangue!
Culpo meu signo; sim, ultimamente, o que não acho que seja de minha essência, tenho colocado a culpa nele. Quer queira quer não, domar o temperamento de um ariano do 02º decanato não é nada fácil.
Minto, é essência!
O "NÃO", até então era aceitável. Obviamente nunca me agradou, e nem tampouco a qualquer um que tenha o recebido.
Um "NÃO" significa que você não poderá chegar onde você deseja, que você se frustrará e que é incapaz diante daquela situação.
Aos otimistas em demasiado; o local era distante demais e não valia a fadiga que seria gerada.
Somos (sou) do sim, do poder, do fazer e do ser. O meu baú já está cheio. Fui aquinhoado de "NÃO" por bastante tempo!!
O sim também não pode ser tal SIMples. É preciso de um esforço e de um foco para alcançá-lo. Caso contrário, a desvalorização fica tão corriqueira quanto o "NÃO". E essa sim, é uma característica de ariano.
Talvez, tenha sido corrompido pelo egoísmo e egocentrismo cético dessa sociedade cosmopolita.
O talvez, sim, tem o seu quê de charme. (brinque com as vírgulas)
Não é direto, nem fácil. É oblíquo, dissimulado e cheio de razões que as vezes ele mesmo não (re)conhece.
Concluindo; TALVEZ seja por isso que eu viva.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
@chei N@ NET
UM DIA
by Mário Quintana
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra como pensa muito mais nela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável.
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples.
Um dia percebemos que o comum não nos atrai.
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom.
Um dia perceberemos que a pessoa que não te liga é a que mais pensa em você.
Um dia saberemos a importância da frase:"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém mas não damos valor a isso.
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais.
by Mário Quintana
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.
Você não só não esquece a outra como pensa muito mais nela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável.
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples.
Um dia percebemos que o comum não nos atrai.
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom.
Um dia perceberemos que a pessoa que não te liga é a que mais pensa em você.
Um dia saberemos a importância da frase:"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.
Um dia percebemos que somos muito importantes para alguém mas não damos valor a isso.
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais.
Enfim...um dia descobrimos que apesar de viver quase 100 anos, esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem de ser dito.
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutamos para realizar todas as nossas loucuras.
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação.
The song of the week
As músicas me representam.
Sou frustrado por não ter o dom de tocar algum instrumento ou saber cantar. Paciência!
Vanessinha sempre representou muito pra mim, lá atrás em um agosto destes da vida, teve seu primeiro show aqui em FSA, no auge do lançamento do Sim; e desde então, o que era paixão virou amor.
Gosto das letras, gosto da musicalidade, da simplicidade, e de como a mesma se dá com este mundo.
A naturalidade simplifica.
Para todos os momentos e todas, ou quase todas as horas, sempre tem algum refrão, alguma frase que me acalma ou me desperta. Voltando ao blog, depois de mais um hiato, trago "As palavras", presente em seu último álbum Bolos, Bicicletas e outras Alegrias.
As Palavras
Vanessa da Mata
As palavras saem quase sem querer
Rezam por nós dois
Tome conta do que vai dizer
Elas estão dentro dos meus olhos
Da minha boca, dos meus ombros.
Se quiser ouvir
É fácil perceber
Não me acerte
Não me cerque
Me dê absolvição
Faça luz onde há involução
Escolha os versos para ser meu bem
E não ser meu mal
Reabilite o meu coração
Tentei
Rasguei sua alma e pus no fogo
Não assoprei
Não relutei
Os buracos que eu cavei
Não quis rever
Mas o amargo delas resvalou em mim
Não me deu direito de viver em paz
Estou aqui pra te pedir perdão
Não me acerte
Não me cerque
Me dê absolvição
Faça luz onde há involução
Escolha os versos para ser meu bem
E não ser meu mal
Reabilite o meu coração
As palavras fogem
Se você deixar
O impacto é grande demais
Cidades inteiras nascem a partir daí
Violentam, enlouquecem, ou me fazem dormir
Adoecem, curam ou me dão limites
Vá com carinho no que vai dizer
Sou frustrado por não ter o dom de tocar algum instrumento ou saber cantar. Paciência!
Vanessinha sempre representou muito pra mim, lá atrás em um agosto destes da vida, teve seu primeiro show aqui em FSA, no auge do lançamento do Sim; e desde então, o que era paixão virou amor.
Gosto das letras, gosto da musicalidade, da simplicidade, e de como a mesma se dá com este mundo.
A naturalidade simplifica.
Para todos os momentos e todas, ou quase todas as horas, sempre tem algum refrão, alguma frase que me acalma ou me desperta. Voltando ao blog, depois de mais um hiato, trago "As palavras", presente em seu último álbum Bolos, Bicicletas e outras Alegrias.
As Palavras
Vanessa da Mata
As palavras saem quase sem querer
Rezam por nós dois
Tome conta do que vai dizer
Elas estão dentro dos meus olhos
Da minha boca, dos meus ombros.
Se quiser ouvir
É fácil perceber
Não me acerte
Não me cerque
Me dê absolvição
Faça luz onde há involução
Escolha os versos para ser meu bem
E não ser meu mal
Reabilite o meu coração
Tentei
Rasguei sua alma e pus no fogo
Não assoprei
Não relutei
Os buracos que eu cavei
Não quis rever
Mas o amargo delas resvalou em mim
Não me deu direito de viver em paz
Estou aqui pra te pedir perdão
Não me acerte
Não me cerque
Me dê absolvição
Faça luz onde há involução
Escolha os versos para ser meu bem
E não ser meu mal
Reabilite o meu coração
As palavras fogem
Se você deixar
O impacto é grande demais
Cidades inteiras nascem a partir daí
Violentam, enlouquecem, ou me fazem dormir
Adoecem, curam ou me dão limites
Vá com carinho no que vai dizer
quarta-feira, 25 de maio de 2011
@chei N@ NET
SOBRE ESTAR SOZINHO
by Flávio Gikovate
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca, hoje, é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência – e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém: algumas vezes, você tem de aprender a perdoar a si mesmo…
by Flávio Gikovate
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca, hoje, é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência – e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém: algumas vezes, você tem de aprender a perdoar a si mesmo…
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Meio a Meio
Será pior decepcionar ou ser decepcionado ? E quando os dois se misturam ? Quem prevalece sobre o quê ?
As palavras ditas, se foram! Partiram, partiram e retornam. Boomerangues.
Em cada retorno, um efeito diferenciado. O som é o mesmo, mas o gosto delas varia na boca.
Tem horas que me deparo com a nossa própria hipocrisia. Tem dias que me deparo com cada coisa.
Penso que no processo de aceitação do outro, enquanto indivíduo, devamos ser metade.
A metade nunca é pouco e nem é exagero. É e está ali. M E T A D E.
As metades são parciais, não falam e nem ficam caladas. Falam o básico, suficientemente necessário para estar ali! Estar ali, continuando a ser metade.
A inteligência emocial é algo realmente a ser trabalhado. No momento mais "humano" refletimos a nossa essência. Somos animais.
Cada um com sua cria e do seu jeito, defendemos nosso espaço, nosso território, nosso ego ou nós mesmos.
Nem sempre prevalece a cordialidade.
Fácil seria se todos enxergassem o papel na engrenagem.Aliás, se enxergassem a própria engrenagem!
E pela miopia surgem as exclusões, os preconceitos, as classes e as individualidades.
O todo pode estar em todos nós, porém fazer parte do todo, é uma prática apenas conveniente.
As palavras ditas, se foram! Partiram, partiram e retornam. Boomerangues.
Em cada retorno, um efeito diferenciado. O som é o mesmo, mas o gosto delas varia na boca.
Tem horas que me deparo com a nossa própria hipocrisia. Tem dias que me deparo com cada coisa.
Penso que no processo de aceitação do outro, enquanto indivíduo, devamos ser metade.
A metade nunca é pouco e nem é exagero. É e está ali. M E T A D E.
As metades são parciais, não falam e nem ficam caladas. Falam o básico, suficientemente necessário para estar ali! Estar ali, continuando a ser metade.
A inteligência emocial é algo realmente a ser trabalhado. No momento mais "humano" refletimos a nossa essência. Somos animais.
Cada um com sua cria e do seu jeito, defendemos nosso espaço, nosso território, nosso ego ou nós mesmos.
Nem sempre prevalece a cordialidade.
Fácil seria se todos enxergassem o papel na engrenagem.Aliás, se enxergassem a própria engrenagem!
E pela miopia surgem as exclusões, os preconceitos, as classes e as individualidades.
O todo pode estar em todos nós, porém fazer parte do todo, é uma prática apenas conveniente.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Ano 01
Hum!
Há um ano atrás comecei com o meu claviculário. A vontade era antiga e a falta de coragem pertinente.
O intuito do mesmo é o mesmo. Confuso? Sempre fui ou me faço de tal...
Melhor você mesmo, caro amigo, ler e relembrar:
http://meuclaviculario.blogspot.com/2010/05/o-intuito.html
As características permanecem.
Hoje, com alguns textos escritos, algumas besteiras publicadas (acho que faz parte da aprendizagem) e outras compartilhadas, considero assertiva a minha decisão.
O blog passou a fazer parte de minha rotina, tem papel "terapêutico" até... por mais anônimo que seja, traz "pra" mim mesmo a vontade de (me) questionar e discutir.
Os textos nunca serão iguais para todos. A matemática ? Esta sim, é!
Os números são frios e as letras adoram o calor do verão do porto da barra.
Cada um que chega para tomar um banho no mar, vem com ideias e ideais diferentes.
Existem aqueles que querem entregar a Iemanjá todas as suas interrogações. O outro deseja, naquele momento, colocar o ponto final...E mais adiante, os pontos se encontram e viram um triângulo amoroso. Ah, as reticências!
Ler é interativo!
Se escrever é um treino, a leitura é uma final da copa do mundo ou da novela das oito.
Por mais que os olhos enxerguem o mesmo oceano, haverão ondas e ângulos diferentes.
Desejo:
Espero que possa retornar aqui, no próximo dia 16.05 para mais uma vez agradecer a existência do meu claviculário.
"As portas não possuem chaves, porém nem todos sabem como abri-las!"
Há um ano atrás comecei com o meu claviculário. A vontade era antiga e a falta de coragem pertinente.
O intuito do mesmo é o mesmo. Confuso? Sempre fui ou me faço de tal...
Melhor você mesmo, caro amigo, ler e relembrar:
http://meuclaviculario.blogspot.com/2010/05/o-intuito.html
As características permanecem.
Hoje, com alguns textos escritos, algumas besteiras publicadas (acho que faz parte da aprendizagem) e outras compartilhadas, considero assertiva a minha decisão.
O blog passou a fazer parte de minha rotina, tem papel "terapêutico" até... por mais anônimo que seja, traz "pra" mim mesmo a vontade de (me) questionar e discutir.
Os textos nunca serão iguais para todos. A matemática ? Esta sim, é!
Os números são frios e as letras adoram o calor do verão do porto da barra.
Cada um que chega para tomar um banho no mar, vem com ideias e ideais diferentes.
Existem aqueles que querem entregar a Iemanjá todas as suas interrogações. O outro deseja, naquele momento, colocar o ponto final...E mais adiante, os pontos se encontram e viram um triângulo amoroso. Ah, as reticências!
Ler é interativo!
Se escrever é um treino, a leitura é uma final da copa do mundo ou da novela das oito.
Por mais que os olhos enxerguem o mesmo oceano, haverão ondas e ângulos diferentes.
Desejo:
Espero que possa retornar aqui, no próximo dia 16.05 para mais uma vez agradecer a existência do meu claviculário.
"As portas não possuem chaves, porém nem todos sabem como abri-las!"
domingo, 15 de maio de 2011
The song of the week
Ingressos comprados para o Rock In Rio 2011 - 04º Edição.
É preciso ir no RiR pelo menos uma vez na vida.
Melhor que isso, é saber que o Cold estará por lá.
Retornando com o The song of the week, trago uma das faixas do XeY.
O contraste da melodia e da letra é, na minha opnião, o approach da canção.
Ouça, reflita e liberte-se! Porque não ?
The Hardest Part
And the hardest part
Was letting go not taking part
Was the hardest part
And the strangest thing
was waiting for that bell to ring
It was the strangest start
I could feel it go down
Bittersweet I could taste in my mouth
Silver lining the clouds
Oh and II wish that I could work it out
And the hardest part
Was letting go not taking part
You really broke my heart
And I tried to sing
But I couldn't think of anything
That was the hardest part
I could feel it go down
You left the sweetest taste in my mouth
Your silver lining the clouds
Oh and I
Oh and I
I wonder what it's all about
I wonder what it's all about
Everything I know is wrong
Everything I do it just comes undone
And everything is torn apart
Oh and it's the hardest part
That's the hardest part
Yeah that's the hardest part
That's the hardest part
É preciso ir no RiR pelo menos uma vez na vida.
Melhor que isso, é saber que o Cold estará por lá.
Retornando com o The song of the week, trago uma das faixas do XeY.
O contraste da melodia e da letra é, na minha opnião, o approach da canção.
Ouça, reflita e liberte-se! Porque não ?
The Hardest Part
And the hardest part
Was letting go not taking part
Was the hardest part
And the strangest thing
was waiting for that bell to ring
It was the strangest start
I could feel it go down
Bittersweet I could taste in my mouth
Silver lining the clouds
Oh and II wish that I could work it out
And the hardest part
Was letting go not taking part
You really broke my heart
And I tried to sing
But I couldn't think of anything
That was the hardest part
I could feel it go down
You left the sweetest taste in my mouth
Your silver lining the clouds
Oh and I
Oh and I
I wonder what it's all about
I wonder what it's all about
Everything I know is wrong
Everything I do it just comes undone
And everything is torn apart
Oh and it's the hardest part
That's the hardest part
Yeah that's the hardest part
That's the hardest part
@CHEI N@ NET
Só depende de nós - por Charles Chaplin
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim.
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim.
sábado, 14 de maio de 2011
InteRHação
Por Patrícia Bispo - RH.com.br
Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.
1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.
#ficaadika
Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.
1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.
#ficaadika
domingo, 8 de maio de 2011
Percepção
Sobre mudança e tempo todos sabem que são temas que adoro falar.
É admirável a nossa capacidade de evoluir e de nos tornarmos imbecis. De 0 a 100 em poucas palavras.
Um T faz tamanha diferença!
Ambos andam juntos e são companheiros. O fruto destes dois se chama experiência. Ou não!
A depender do contexto; dê a procriação o nome que mais lhe agrada.
Percebo que as vezes levamos tempo pra acreditar que tudo aquilo pode ser diferente. Existem pessoas que vivem uma vida, um relacionamento, uma profissão... tudo isso durante tanto tempo que não sabem que são capazes de fazer algo do lado oposto. Existe a dualidade! São sempre dois ou mais, os caminhos e as possibilidades!
Os ousados! Estes sim, revestidos de coragem, vão lá e cumprem sua missão.
As pessoas se reinventam, se encontram ou se perdem.
O processo pode ou deve ser doloroso.
Bom mesmo é olhar pelos ombros ou além deles no horizonte. Se enxergue no próprio presente.
Mudar não significa necessariamente que é pra melhor. Quem bom que fosse.
As vezes as duvidas batem, e as interrogações vem à nossa porta montadas em dragões.
Dragões de São Jorge.
Crise, é quando se pensa se o hoje, se o avesso, é realmente o ideal, o correto!
Medo, crise e dragões se misturam, e daí conhecemos o filho bastardo do tempo e da mudança:
- A incerteza!
É admirável a nossa capacidade de evoluir e de nos tornarmos imbecis. De 0 a 100 em poucas palavras.
Um T faz tamanha diferença!
Ambos andam juntos e são companheiros. O fruto destes dois se chama experiência. Ou não!
A depender do contexto; dê a procriação o nome que mais lhe agrada.
Percebo que as vezes levamos tempo pra acreditar que tudo aquilo pode ser diferente. Existem pessoas que vivem uma vida, um relacionamento, uma profissão... tudo isso durante tanto tempo que não sabem que são capazes de fazer algo do lado oposto. Existe a dualidade! São sempre dois ou mais, os caminhos e as possibilidades!
Os ousados! Estes sim, revestidos de coragem, vão lá e cumprem sua missão.
As pessoas se reinventam, se encontram ou se perdem.
O processo pode ou deve ser doloroso.
Bom mesmo é olhar pelos ombros ou além deles no horizonte. Se enxergue no próprio presente.
Mudar não significa necessariamente que é pra melhor. Quem bom que fosse.
As vezes as duvidas batem, e as interrogações vem à nossa porta montadas em dragões.
Dragões de São Jorge.
Crise, é quando se pensa se o hoje, se o avesso, é realmente o ideal, o correto!
Medo, crise e dragões se misturam, e daí conhecemos o filho bastardo do tempo e da mudança:
- A incerteza!
Trabalho e Hobby
Praticamente dois meses depois retorno ao meu claviculário.
É bom fazer o que se gosta e tem momentos na nossa vida, tenho descoberto isso, que é essencial ser assim e fazer dessa forma.
A linha é ténue, entre trabalho e hobby ... achei que precisava de férias, de acalmar algumas inquietações e viver algumas novas histórias antes de voltar a escrever.
Fiquei feliz por ver que alguns amigos sentem e sentiram falta, e por ver que outras pessoas, descobriram um pouco do meu claviculário.
Foram chaves e mais chaves, histórias e estórias nesses primeiros cinco meses do ano.
Digo 05 meses porque foi o período ao qual não fiz por prazer... tentei deixar vivo o blog mas não consegui!
Precisei primeiro viver...
Acredito que mais chaves ficaram penduradas, e que mais pessoas passaram e passarão a habitar este mundo.
Vamos em frente!
É bom fazer o que se gosta e tem momentos na nossa vida, tenho descoberto isso, que é essencial ser assim e fazer dessa forma.
A linha é ténue, entre trabalho e hobby ... achei que precisava de férias, de acalmar algumas inquietações e viver algumas novas histórias antes de voltar a escrever.
Fiquei feliz por ver que alguns amigos sentem e sentiram falta, e por ver que outras pessoas, descobriram um pouco do meu claviculário.
Foram chaves e mais chaves, histórias e estórias nesses primeiros cinco meses do ano.
Digo 05 meses porque foi o período ao qual não fiz por prazer... tentei deixar vivo o blog mas não consegui!
Precisei primeiro viver...
Acredito que mais chaves ficaram penduradas, e que mais pessoas passaram e passarão a habitar este mundo.
Vamos em frente!
quarta-feira, 9 de março de 2011
Confetes e SerpenCinzas.
Pobre do cinza!
Apático, discreto!
Ele nem consegue ser branco e tão menos negro.
Sujeito oculto, agente secreto.
Acredito que escrevo melhor quando estou triste.
Aliás, tenho pensado que apenas escrevo quando estou triste. Talvez quando esteja mais introspectivo apenas.
Hoje estou; por hoje fui!
O dia foi cinza; nem de perto o azulado negro de uma dia de chuva para apagar o fogo do carnaval.
Bem de longe o amarelado do sol imponente que não permite que canto algum fique sem a sua claridade.
O sol por vezes é intransigente. Por horas até. Ultimamente o mesmo tem feito horas extras. Das 05 às 18, vem trabalhando arduamente.
E com esse dia cinza; o que fazer com ele ?
Sem tintas e sem vontade de colorir, fui procurando o segredo das conchas e do barulho confortante que se esvai do mar. As ondas que lambiam os rochedos, hoje lavam as areias.
Levam com elas, não mais o calor, não mais o colorido.
O carnaval acabou, os confetes e serpentinas ficaram no chão, o fogo virou pó e tudo ficou assim; cor de CINZAS.
Apático, discreto!
Ele nem consegue ser branco e tão menos negro.
Sujeito oculto, agente secreto.
Acredito que escrevo melhor quando estou triste.
Aliás, tenho pensado que apenas escrevo quando estou triste. Talvez quando esteja mais introspectivo apenas.
Hoje estou; por hoje fui!
O dia foi cinza; nem de perto o azulado negro de uma dia de chuva para apagar o fogo do carnaval.
Bem de longe o amarelado do sol imponente que não permite que canto algum fique sem a sua claridade.
O sol por vezes é intransigente. Por horas até. Ultimamente o mesmo tem feito horas extras. Das 05 às 18, vem trabalhando arduamente.
E com esse dia cinza; o que fazer com ele ?
Sem tintas e sem vontade de colorir, fui procurando o segredo das conchas e do barulho confortante que se esvai do mar. As ondas que lambiam os rochedos, hoje lavam as areias.
Levam com elas, não mais o calor, não mais o colorido.
O carnaval acabou, os confetes e serpentinas ficaram no chão, o fogo virou pó e tudo ficou assim; cor de CINZAS.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
@chei n@ NET
NETWORKING por Max Gehringer
Existem cinco estágios em uma carreira :
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha... Por exemplo, "José" de contas a pagar.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. José da Usina tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: José, Gerente da Usina tal.
Finalmente no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como 'o meu amigo José, Gerente da usina tal'.
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em 'amigo profissional'.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional: Amigos que são amigos trocam sentimentos.
Amigos profissionais trocam cartões de visita. Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro. Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.
Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis. Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa!
Algum dia (e esse dia chega rápido), os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.
Por isso preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.
"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se..."
Existem cinco estágios em uma carreira :
O primeiro estágio é aquele em que um funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha... Por exemplo, "José" de contas a pagar.
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome. José da Usina tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: José, Gerente da Usina tal.
Finalmente no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o José passam a se referir a ele como 'o meu amigo José, Gerente da usina tal'.
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, em 'amigo profissional'.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional: Amigos que são amigos trocam sentimentos.
Amigos profissionais trocam cartões de visita. Uma amizade dura para sempre.
Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro. Amigos de verdade perguntam se podem ajudar.
Amigos profissionais solicitam favores. Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão em uma planilha.
É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional.
Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários.
Amigos de verdade, indispensáveis. Imagine você um dia descobrir que tinha bem mais amigos do seu cargo do que da sua pessoa!
Algum dia (e esse dia chega rápido), os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.
Por isso preservem as amizades verdadeiras porque os amigos da tua posição desaparecerão, os amigos da sua pessoa permanecerão do teu lado.
"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostume-se..."
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Hora de morfar!!!
O ano inicia agora no Meu Claviculário.
Desde final de 2010 que as portas não se fecham, e as chaves vivem fora de seus lugares.Foi um entra e sai incrível.
É preciso viver para escrever!
Precisei de férias.
Até então, tenho apenas dois posts no ano.
O primeiro, para dar as boas vindas.
O segundo, para comentar a respeito do show de Jason no FDV 2011. Que show!
Falaremos mais adiante. São muitas coisas, ideias e fatos turbilhando em minha cabeça.
Por enquanto, apenas informo que as férias terminaram e que estou de volta.
Our life awaits us!
Alive,Write and Read!
Desde final de 2010 que as portas não se fecham, e as chaves vivem fora de seus lugares.Foi um entra e sai incrível.
É preciso viver para escrever!
Precisei de férias.
Até então, tenho apenas dois posts no ano.
O primeiro, para dar as boas vindas.
O segundo, para comentar a respeito do show de Jason no FDV 2011. Que show!
Falaremos mais adiante. São muitas coisas, ideias e fatos turbilhando em minha cabeça.
Por enquanto, apenas informo que as férias terminaram e que estou de volta.
Our life awaits us!
Alive,Write and Read!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
The song of the week
Novembro de 2009.
Uma viagem, grandes novos amigos e um show inesquecível.
Fevereiro de 2011.
Verão, Savaldor e um show que será tão bom quanto o anterior.
Estou contando os dias, horas e minutos.
Ansiedade toma conta...
Enquanto o momento não chega.
Aproveite!!
Ouça, curta e dance!
San Disco Reggaefornia - Jason Mraz - EP 2010 Life is Good
Lets see those moves, c'mon!
For the brand new direction on the compass rose
Try following the path of the yellow brick
Cross the zebra track down on Abbey Road
And you be there in just a little bit
It's where the hi-fi's bumping through the free wi-fi
Where the up said it's rock we're stayin' alive
Where I'll be passing out the free high-fives
Like a doctor I'm distributing the medical kind
Come on!
Decide if you want to get
Get yourself inspired
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door
You know when our time band is messing with the evil
Inside here see everybody's equal
Everybody's type with everybody's people
Even generators run on biodiesel
Super green is the way we like it
Yea we like the ladies who ride like nice
Up on their bicycles with ice popsicles
For five nickels I can get us on the tunnel of love
Romancing is a side effect
Slow dancing here will make you sweat
Raise your hand if you wanna get
Get yourself delighted
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You're gonna like it, whoa
Leave your troubles at the door, whoa
You come alive in, whoa
In San Disco Reggaefornia fornia fornia
Make it one of those days
Can you feel the Party?
With parents gone we'll turn the home
Upside down like a Gravitron
What law we gonna break if they catch us getting naughty?
Turn off the phone with the records on
Dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
So take a good look and try for a moment
If you tried and you like it show the world that you're belonging on it
Only those with open hearts and minds
Will get a pass on the fast track cash list line
But uh, don't be laughing at whoever's behind
Because everybody's happy on their own damn time
And everybody's craft be uniquely defined
Just as everybody's ass be free and divine
There couldn't possibly be a brighter sign
For all to understand and to give a damn
All you gotta do is keep the microphone stuck in your hand
And bring the bucket to the sand
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door, whoa
Yea you're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door, whoa
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
Uma viagem, grandes novos amigos e um show inesquecível.
Fevereiro de 2011.
Verão, Savaldor e um show que será tão bom quanto o anterior.
Estou contando os dias, horas e minutos.
Ansiedade toma conta...
Enquanto o momento não chega.
Aproveite!!
Ouça, curta e dance!
San Disco Reggaefornia - Jason Mraz - EP 2010 Life is Good
Lets see those moves, c'mon!
For the brand new direction on the compass rose
Try following the path of the yellow brick
Cross the zebra track down on Abbey Road
And you be there in just a little bit
It's where the hi-fi's bumping through the free wi-fi
Where the up said it's rock we're stayin' alive
Where I'll be passing out the free high-fives
Like a doctor I'm distributing the medical kind
Come on!
Decide if you want to get
Get yourself inspired
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door
You know when our time band is messing with the evil
Inside here see everybody's equal
Everybody's type with everybody's people
Even generators run on biodiesel
Super green is the way we like it
Yea we like the ladies who ride like nice
Up on their bicycles with ice popsicles
For five nickels I can get us on the tunnel of love
Romancing is a side effect
Slow dancing here will make you sweat
Raise your hand if you wanna get
Get yourself delighted
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You're gonna like it, whoa
Leave your troubles at the door, whoa
You come alive in, whoa
In San Disco Reggaefornia fornia fornia
Make it one of those days
Can you feel the Party?
With parents gone we'll turn the home
Upside down like a Gravitron
What law we gonna break if they catch us getting naughty?
Turn off the phone with the records on
Dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
So take a good look and try for a moment
If you tried and you like it show the world that you're belonging on it
Only those with open hearts and minds
Will get a pass on the fast track cash list line
But uh, don't be laughing at whoever's behind
Because everybody's happy on their own damn time
And everybody's craft be uniquely defined
Just as everybody's ass be free and divine
There couldn't possibly be a brighter sign
For all to understand and to give a damn
All you gotta do is keep the microphone stuck in your hand
And bring the bucket to the sand
You're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door, whoa
Yea you're invited, whoa
To San Disco Reggaefornia, whoa
You come alive in, whoa
And leave your troubles at the door, whoa
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
D-d-d-d-dancing makes the people feel united
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Ninguem melhor que Drummond ...
RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
Novo, até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens: passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
Nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
by Carlos Drummond de Andrade
FELIZ 2011 A TODOS NÓS!
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
Para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
Novo, até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens: passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
Nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
by Carlos Drummond de Andrade
FELIZ 2011 A TODOS NÓS!
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