SOBRE ESTAR SOZINHO
by Flávio Gikovate
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca, hoje, é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência – e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo. Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo. O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral. A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado. Visa à aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.
Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva. A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa. As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem. Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.
Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado. Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém: algumas vezes, você tem de aprender a perdoar a si mesmo…
quarta-feira, 25 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Meio a Meio
Será pior decepcionar ou ser decepcionado ? E quando os dois se misturam ? Quem prevalece sobre o quê ?
As palavras ditas, se foram! Partiram, partiram e retornam. Boomerangues.
Em cada retorno, um efeito diferenciado. O som é o mesmo, mas o gosto delas varia na boca.
Tem horas que me deparo com a nossa própria hipocrisia. Tem dias que me deparo com cada coisa.
Penso que no processo de aceitação do outro, enquanto indivíduo, devamos ser metade.
A metade nunca é pouco e nem é exagero. É e está ali. M E T A D E.
As metades são parciais, não falam e nem ficam caladas. Falam o básico, suficientemente necessário para estar ali! Estar ali, continuando a ser metade.
A inteligência emocial é algo realmente a ser trabalhado. No momento mais "humano" refletimos a nossa essência. Somos animais.
Cada um com sua cria e do seu jeito, defendemos nosso espaço, nosso território, nosso ego ou nós mesmos.
Nem sempre prevalece a cordialidade.
Fácil seria se todos enxergassem o papel na engrenagem.Aliás, se enxergassem a própria engrenagem!
E pela miopia surgem as exclusões, os preconceitos, as classes e as individualidades.
O todo pode estar em todos nós, porém fazer parte do todo, é uma prática apenas conveniente.
As palavras ditas, se foram! Partiram, partiram e retornam. Boomerangues.
Em cada retorno, um efeito diferenciado. O som é o mesmo, mas o gosto delas varia na boca.
Tem horas que me deparo com a nossa própria hipocrisia. Tem dias que me deparo com cada coisa.
Penso que no processo de aceitação do outro, enquanto indivíduo, devamos ser metade.
A metade nunca é pouco e nem é exagero. É e está ali. M E T A D E.
As metades são parciais, não falam e nem ficam caladas. Falam o básico, suficientemente necessário para estar ali! Estar ali, continuando a ser metade.
A inteligência emocial é algo realmente a ser trabalhado. No momento mais "humano" refletimos a nossa essência. Somos animais.
Cada um com sua cria e do seu jeito, defendemos nosso espaço, nosso território, nosso ego ou nós mesmos.
Nem sempre prevalece a cordialidade.
Fácil seria se todos enxergassem o papel na engrenagem.Aliás, se enxergassem a própria engrenagem!
E pela miopia surgem as exclusões, os preconceitos, as classes e as individualidades.
O todo pode estar em todos nós, porém fazer parte do todo, é uma prática apenas conveniente.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Ano 01
Hum!
Há um ano atrás comecei com o meu claviculário. A vontade era antiga e a falta de coragem pertinente.
O intuito do mesmo é o mesmo. Confuso? Sempre fui ou me faço de tal...
Melhor você mesmo, caro amigo, ler e relembrar:
http://meuclaviculario.blogspot.com/2010/05/o-intuito.html
As características permanecem.
Hoje, com alguns textos escritos, algumas besteiras publicadas (acho que faz parte da aprendizagem) e outras compartilhadas, considero assertiva a minha decisão.
O blog passou a fazer parte de minha rotina, tem papel "terapêutico" até... por mais anônimo que seja, traz "pra" mim mesmo a vontade de (me) questionar e discutir.
Os textos nunca serão iguais para todos. A matemática ? Esta sim, é!
Os números são frios e as letras adoram o calor do verão do porto da barra.
Cada um que chega para tomar um banho no mar, vem com ideias e ideais diferentes.
Existem aqueles que querem entregar a Iemanjá todas as suas interrogações. O outro deseja, naquele momento, colocar o ponto final...E mais adiante, os pontos se encontram e viram um triângulo amoroso. Ah, as reticências!
Ler é interativo!
Se escrever é um treino, a leitura é uma final da copa do mundo ou da novela das oito.
Por mais que os olhos enxerguem o mesmo oceano, haverão ondas e ângulos diferentes.
Desejo:
Espero que possa retornar aqui, no próximo dia 16.05 para mais uma vez agradecer a existência do meu claviculário.
"As portas não possuem chaves, porém nem todos sabem como abri-las!"
Há um ano atrás comecei com o meu claviculário. A vontade era antiga e a falta de coragem pertinente.
O intuito do mesmo é o mesmo. Confuso? Sempre fui ou me faço de tal...
Melhor você mesmo, caro amigo, ler e relembrar:
http://meuclaviculario.blogspot.com/2010/05/o-intuito.html
As características permanecem.
Hoje, com alguns textos escritos, algumas besteiras publicadas (acho que faz parte da aprendizagem) e outras compartilhadas, considero assertiva a minha decisão.
O blog passou a fazer parte de minha rotina, tem papel "terapêutico" até... por mais anônimo que seja, traz "pra" mim mesmo a vontade de (me) questionar e discutir.
Os textos nunca serão iguais para todos. A matemática ? Esta sim, é!
Os números são frios e as letras adoram o calor do verão do porto da barra.
Cada um que chega para tomar um banho no mar, vem com ideias e ideais diferentes.
Existem aqueles que querem entregar a Iemanjá todas as suas interrogações. O outro deseja, naquele momento, colocar o ponto final...E mais adiante, os pontos se encontram e viram um triângulo amoroso. Ah, as reticências!
Ler é interativo!
Se escrever é um treino, a leitura é uma final da copa do mundo ou da novela das oito.
Por mais que os olhos enxerguem o mesmo oceano, haverão ondas e ângulos diferentes.
Desejo:
Espero que possa retornar aqui, no próximo dia 16.05 para mais uma vez agradecer a existência do meu claviculário.
"As portas não possuem chaves, porém nem todos sabem como abri-las!"
domingo, 15 de maio de 2011
The song of the week
Ingressos comprados para o Rock In Rio 2011 - 04º Edição.
É preciso ir no RiR pelo menos uma vez na vida.
Melhor que isso, é saber que o Cold estará por lá.
Retornando com o The song of the week, trago uma das faixas do XeY.
O contraste da melodia e da letra é, na minha opnião, o approach da canção.
Ouça, reflita e liberte-se! Porque não ?
The Hardest Part
And the hardest part
Was letting go not taking part
Was the hardest part
And the strangest thing
was waiting for that bell to ring
It was the strangest start
I could feel it go down
Bittersweet I could taste in my mouth
Silver lining the clouds
Oh and II wish that I could work it out
And the hardest part
Was letting go not taking part
You really broke my heart
And I tried to sing
But I couldn't think of anything
That was the hardest part
I could feel it go down
You left the sweetest taste in my mouth
Your silver lining the clouds
Oh and I
Oh and I
I wonder what it's all about
I wonder what it's all about
Everything I know is wrong
Everything I do it just comes undone
And everything is torn apart
Oh and it's the hardest part
That's the hardest part
Yeah that's the hardest part
That's the hardest part
É preciso ir no RiR pelo menos uma vez na vida.
Melhor que isso, é saber que o Cold estará por lá.
Retornando com o The song of the week, trago uma das faixas do XeY.
O contraste da melodia e da letra é, na minha opnião, o approach da canção.
Ouça, reflita e liberte-se! Porque não ?
The Hardest Part
And the hardest part
Was letting go not taking part
Was the hardest part
And the strangest thing
was waiting for that bell to ring
It was the strangest start
I could feel it go down
Bittersweet I could taste in my mouth
Silver lining the clouds
Oh and II wish that I could work it out
And the hardest part
Was letting go not taking part
You really broke my heart
And I tried to sing
But I couldn't think of anything
That was the hardest part
I could feel it go down
You left the sweetest taste in my mouth
Your silver lining the clouds
Oh and I
Oh and I
I wonder what it's all about
I wonder what it's all about
Everything I know is wrong
Everything I do it just comes undone
And everything is torn apart
Oh and it's the hardest part
That's the hardest part
Yeah that's the hardest part
That's the hardest part
@CHEI N@ NET
Só depende de nós - por Charles Chaplin
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim.
Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim.
sábado, 14 de maio de 2011
InteRHação
Por Patrícia Bispo - RH.com.br
Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.
1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.
#ficaadika
Não são raros os casos de profissionais que investem quase que a vida toda na aquisição de novos títulos que teoricamente ajudariam a alavancar a ascensão na carreira. No entanto, o que se percebe é que todo o esforço parece ter sido em vão e outros colegas de trabalho, que não possuem tantas especializações até já receberam propostas para gerenciar equipes na própria empresa e convites até mesmo da concorrência. Mas, o que ocorre? A resposta pode estar não no campo técnico, mas na área comportamental do indivíduo. Selecionei algumas atitudes que podem prejudicar a carreira de muitas pessoas, que sem perceberem comprometem o próprio futuro profissional no dia a dia da empresa em que atuam.
1 - Quando se deparam com o fato de passarem por um processo de avaliação de desempenho, muitos profissionais sentem-se ofendidos e não veem nessa ferramenta, a possibilidade de receber um feedback tanto dos seus pontos fortes quanto daqueles que precisam ser trabalhados. Resultado: deixam uma rica oportunidade de desenvolvimento passar por suas mãos ou, pior ainda, imaginam que a sua avaliação é apenas uma desculpa para que ele seja desligado da organização.
2 - "Eu falei e ponto final". Quantas pessoas, nesse exato momento, proferem essa frase sem pensar no efeito que elas trarão às suas carreiras? Hoje, a competência comportamental de se mostrar aberto ao diálogo com os demais colegas de trabalho, não importa a função que se exerça, é considerada um diferencial significativo para um mercado altamente competitivo. Se alguém não está disposto a escutar os demais que estão ao seu lado, reduz significativamente as chances de também ser ouvido por outros. Isso, por sua vez, cria um isolamento, uma espécie de quarentena que envolve a pessoa e a deixa alheia ao que acontece ao seu redor.
3 - "O quê? Agora que você conseguiu entender esse procedimento? Eu já sei como tudo funciona e os outros sempre devem me procurar, porque estou certo nas minhas decisões e não erro nunca". Infelizmente, ainda há profissionais que carregam consigo essa mentalidade e arrogância de serem os melhores. Ninguém é suficientemente "intocável" e detentor de todo conhecimento, mesmo que já atue em uma função por anos.
4 - Para quem apresenta um comportamento como o citado acima, é sinal de que dificilmente essa pessoa estará apta para o desenvolvimento e quando isso ocorre, é porque o "sinal vermelho" foi dado faz tempo. Sair da zona de conforto, não representa valor algum para esse tipo de profissional. Afinal é mais cômodo ficar onde está, porque dá menos trabalho e "em time que ganha, não se mexe". Quantos profissionais já amargaram os resultados dessa "premissa" ultrapassada?
5 - O novo sempre gera receio para qualquer indivíduo, isso é muito mais comum do que se imagina. Quem, por acaso, gostaria de pular um muro alto sem saber o que o aguarda do outro lado? Uma pessoa de bom senso, no mínimo, tentaria dar uma "olhadinha básica" para não se dar mal. Diante de tanta velocidade no universo globalizado, não dá para ficar parado e esperar que isso passe despercebido e sem consequências para o futuro de uma carreira. Dizer não às mudanças é o mesmo que pisar em um campo cheio de pregos, com os olhos vendados.
6 - "O conhecimento que adquiri é apenas meu e não vou compartilhá-lo com quem quer que seja". Imagine uma pessoa que se acha detentor do conhecimento e que em momento algum passa pela mente que um dia precisará consultar ou pedir ajuda a algum dos seus pares. Existe uma significativa probabilidade de que esse profissional não consiga apoio dos colegas, uma vez que ele "sabe de tudo".
7 - Se uma equipe alcança êxito em uma atividade, há quem possa querer ganhar os "louros" apenas para si, pois sem sua presença logicamente os resultados não teriam sido alcançados. Todos que formam uma equipe contribuem de alguma forma para a obtenção do êxito. Acreditar que tudo funciona ao seu redor, é característica explícita de uma pessoa egocêntrica e que devido ao seu autoestrelismo, acaba por apagar o próprio brilho. Lembre-se: o espírito de equipe é uma das competências comportamentais mais valorizadas por empresas competitivas e que oferecem ótimas chances de ascensão.
8 - Não existe problema algum em querer galgar degraus mais altos no campo organizacional. No entanto, há pessoas que extrapolam os limites do bom senso e acreditam que "pisando nos colegas", o sucesso chegará mais fácil. É bom lembrar que todos os dias, as atitudes fazem a nossa marca não apenas junto ao colega que senta ao nosso lado, mas também a toda empresa. E como a facilidade de troca de informações, a imagem do profissional propaga-se mesmo que ele próprio pense que determinados fatos ficarão restritos a quatro paredes. Hoje o network, as redes de relacionamento também costumam ser fontes de pesquisas para saber qual a reputação que o profissional construiu no mercado.
9 - "Todos querem tomar meu lugar e não posso confiar nem na moça que serve o cafezinho". Quando um profissional chega a esse estágio, existem três alternativas: ou ele procura uma nova colocação no mercado; torna-se foco de conflitos que comprometem o clima organizacional ou, ainda, é um candidato a ter um enfarto ou a provocar um ataque cardíaco no colega ao lado. Caso a pessoa sinta-se perseguida no ambiente de trabalho, é preciso que tenha a atitude de conversar com seu gestor ou o final pode gerar sérios problemas tanto individuais quanto para a coletividade.
10 - "Não sei de deveria contar, mas fiquei sabendo de uma novidade!!!". Há pessoas que além de estimularem a circulação de boatos dentro da equipe, não perde a oportunidade de acrescentar uma exagerada dose de dramaticidade. Quem usa o seu tempo para "observar" o colega, esquece que os ponteiros do relógio não param e que a sua própria vida também passa rapidamente e com ela, boas oportunidades que não mais baterão à porta.
#ficaadika
domingo, 8 de maio de 2011
Percepção
Sobre mudança e tempo todos sabem que são temas que adoro falar.
É admirável a nossa capacidade de evoluir e de nos tornarmos imbecis. De 0 a 100 em poucas palavras.
Um T faz tamanha diferença!
Ambos andam juntos e são companheiros. O fruto destes dois se chama experiência. Ou não!
A depender do contexto; dê a procriação o nome que mais lhe agrada.
Percebo que as vezes levamos tempo pra acreditar que tudo aquilo pode ser diferente. Existem pessoas que vivem uma vida, um relacionamento, uma profissão... tudo isso durante tanto tempo que não sabem que são capazes de fazer algo do lado oposto. Existe a dualidade! São sempre dois ou mais, os caminhos e as possibilidades!
Os ousados! Estes sim, revestidos de coragem, vão lá e cumprem sua missão.
As pessoas se reinventam, se encontram ou se perdem.
O processo pode ou deve ser doloroso.
Bom mesmo é olhar pelos ombros ou além deles no horizonte. Se enxergue no próprio presente.
Mudar não significa necessariamente que é pra melhor. Quem bom que fosse.
As vezes as duvidas batem, e as interrogações vem à nossa porta montadas em dragões.
Dragões de São Jorge.
Crise, é quando se pensa se o hoje, se o avesso, é realmente o ideal, o correto!
Medo, crise e dragões se misturam, e daí conhecemos o filho bastardo do tempo e da mudança:
- A incerteza!
É admirável a nossa capacidade de evoluir e de nos tornarmos imbecis. De 0 a 100 em poucas palavras.
Um T faz tamanha diferença!
Ambos andam juntos e são companheiros. O fruto destes dois se chama experiência. Ou não!
A depender do contexto; dê a procriação o nome que mais lhe agrada.
Percebo que as vezes levamos tempo pra acreditar que tudo aquilo pode ser diferente. Existem pessoas que vivem uma vida, um relacionamento, uma profissão... tudo isso durante tanto tempo que não sabem que são capazes de fazer algo do lado oposto. Existe a dualidade! São sempre dois ou mais, os caminhos e as possibilidades!
Os ousados! Estes sim, revestidos de coragem, vão lá e cumprem sua missão.
As pessoas se reinventam, se encontram ou se perdem.
O processo pode ou deve ser doloroso.
Bom mesmo é olhar pelos ombros ou além deles no horizonte. Se enxergue no próprio presente.
Mudar não significa necessariamente que é pra melhor. Quem bom que fosse.
As vezes as duvidas batem, e as interrogações vem à nossa porta montadas em dragões.
Dragões de São Jorge.
Crise, é quando se pensa se o hoje, se o avesso, é realmente o ideal, o correto!
Medo, crise e dragões se misturam, e daí conhecemos o filho bastardo do tempo e da mudança:
- A incerteza!
Trabalho e Hobby
Praticamente dois meses depois retorno ao meu claviculário.
É bom fazer o que se gosta e tem momentos na nossa vida, tenho descoberto isso, que é essencial ser assim e fazer dessa forma.
A linha é ténue, entre trabalho e hobby ... achei que precisava de férias, de acalmar algumas inquietações e viver algumas novas histórias antes de voltar a escrever.
Fiquei feliz por ver que alguns amigos sentem e sentiram falta, e por ver que outras pessoas, descobriram um pouco do meu claviculário.
Foram chaves e mais chaves, histórias e estórias nesses primeiros cinco meses do ano.
Digo 05 meses porque foi o período ao qual não fiz por prazer... tentei deixar vivo o blog mas não consegui!
Precisei primeiro viver...
Acredito que mais chaves ficaram penduradas, e que mais pessoas passaram e passarão a habitar este mundo.
Vamos em frente!
É bom fazer o que se gosta e tem momentos na nossa vida, tenho descoberto isso, que é essencial ser assim e fazer dessa forma.
A linha é ténue, entre trabalho e hobby ... achei que precisava de férias, de acalmar algumas inquietações e viver algumas novas histórias antes de voltar a escrever.
Fiquei feliz por ver que alguns amigos sentem e sentiram falta, e por ver que outras pessoas, descobriram um pouco do meu claviculário.
Foram chaves e mais chaves, histórias e estórias nesses primeiros cinco meses do ano.
Digo 05 meses porque foi o período ao qual não fiz por prazer... tentei deixar vivo o blog mas não consegui!
Precisei primeiro viver...
Acredito que mais chaves ficaram penduradas, e que mais pessoas passaram e passarão a habitar este mundo.
Vamos em frente!
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